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2° Congreso Latinoamericano de Gestión Cultural y 3° Encuentro Nacional

ODC_2016_07_19_02 - 2° Congreso Latinoamericano de Gestión Cultural y 3° Encuentro Nacional

3er ENCUENTRO NACIONAL DE GESTORES CULTURALES

“Diálogo y fortalecimiento del tejido social latino-americano a través de la Gestión Cultural”.Ciudad de México, 24 al 28 de abril de 2017.

La Red Latinoamericana de Gestión Cultural, la Red Internacional de Pensamiento Crítico sobre Globalización y Patrimonio Construido (RIGPAC), el Instituto Tecnológico de Estudios Superiores de Monterrey, la Facultad de Ciencias Políticas y Sociales de la Universidad Nacional Autónoma de México y la Universidad Autónoma de la Ciudad de México (UACM), a través de la Coordinación Académica, del Colegio de Humanidades y Ciencias Sociales, de la Academia de Arte y Patrimonio Cultural, el Grupo de Investigación “Gestión y Promoción de los Patrimonios Culturales en Riesgo”, convocan a estudiantes, gestores culturales, docentes, investigadores, asociaciones, emprendedores, colectivos, redes, empresarios, funcionarios públicos, artistas, redes sociales, agentes involucrados en el sector cultural y sociedad civil a participar en el Segundo Congreso Latinoamericano de Gestión Cultural y Tercer Encuentro Nacional de Gestión Cultural Mexicano, a realizarse entre los días 24 al 28 de abril de 2017, en la Ciudad de México.

Fecha límite para envío de resumen de ponencias. 19 de septiembre de 2016.

Sitio Web: http://redlgc.ning.com/page/convocatoria-del-congreso-latinoamericano-de-gesti-n-cultural

Contactos Institucionales:

2clgc-cdmx2017@uacm.edu.mx

Link permanente para este artigo: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/2-congreso-latinoamericano-de-gestion-cultural-y-3-encuentro-nacional/

Chamada de trabalhos Políticas Culturais em Revista

ODC_2016_07_19_01 - Chamada de trabalhos Políticas Culturais em Revista

A Políticas Culturais em Revista, publicação eletrônica da Rede de Estudos em Políticas Culturais divulga a chamada de trabalhos para a segunda edição de 2016 que, além de artigos científicos e resenhas sobre Política Cultural e temáticas correlatas, contará com o seguinte dossiê temático: “Empreendedorismo e políticas culturais no Brasil contemporâneo”

O tema do empreendedorismo se tornou um emblema-síntese de processos econômicos centrais no contexto contemporâneo, dizendo respeito também a contradições sociais neles implicadas. A noção de empreendedorismo e o seu léxico correspondente constituem o núcleo de uma nova gramática, ao mesmo tempo – e de maneira aparentemente paradoxal -corporativa e colaborativa, que organiza racionalidades empresariais, disseminadas atualmente pelos mais variados grupos, redes, instituições, empresas, governos e territórios.

Trata-se de um princípio prático, de uma formação discursiva, de uma construção ideológica e também de uma ética mobilizadora que anima e orienta uma pedagogia político-institucional, presente no mundo empresarial, em organizações estatais, em escolas de negócios e também nas políticas culturais. Enquanto discurso e prática social, quase como uma espécie de “novo espírito do capitalismo”, essa nova pedagogia tem alcançado também uma geração de artistas, produtores culturais, profissionais da cultura em geral, críticos, publicitários, designers, artistas visuais, militantes culturais e movimentos sociais, além de novos coletivos de cultura e amplas redes de organizações culturais. O advento das novas tecnologias da comunicação e da informação, acompanhado dos usos disseminados dos dispositivos digitais móveis e as suas formas correspondentes de produção e distribuição de conteúdos artísticos, culturais e de entretenimento, aproximaram o empreendedorismo do domínio estético, artístico e cultural.

Na conjuntura de novas formas de criação de valor características do regime de acumulação flexível, assistimos então à profusão do chamado empreendedorismo cultural e de suas empresas correspondentes (notadamente micro e pequenos empreendimentos), que elaboram e consolidam os mais variados modelos de negócios. Tais processos sociais, permeados por dinâmicas econômicas e simbólicas, trazem novas especificidades para a atividade cultural, para as relações de trabalho que se estabelecem em seu seio, bem como para a posição ocupada pelo Estado e pelas políticas públicas diante deles. Este dossiê busca atrair trabalhos de pesquisa que têm refletido sobre as várias faces da emergência de novas formas de empreendedorismo cultural e de novas configurações de práticas corporativas e/ou colaborativas de gestão, criação, produção e distribuição de cultura, assim como trabalhos que investiguem as diversas implicações da tradução das técnicas empresarias para a atividade artística e cultural, os discursos, valores e crenças que seus agentes dão a ver, as tensões e contradições que emergem de sua atuação e de suas relações, e ainda as complexas interfaces de tais fenômenos com as políticas culturais, públicas e privadas no Brasil contemporâneo.

Recebimento de artigos: até 31 de agosto de 2016, exclusivamente pelo sistema da Revista.

ISSN: 1983-3717

Mais informações: http://www.portalseer.ufba.br/index.php/pculturais/announcement/view/126

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Re|pensar as políticas culturais: 10 anos de promoção da diversidade das expressões culturais para o desenvolvimento, resumo

Repensar as políticas culturais

“Pela primeira vez em âmbito mundial, a recém-adotada Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável reconhece o papel crucial da cultura, da criatividade e da diversidade cultural para resolver desafios do desenvolvimento sustentável. Esse reconhecimento é condizente com a Convenção da UNESCO para a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, cujo décimo aniversário comemoramos em 2015. […] A nova Agenda 2030 elevou as expectativas, e essa é a importância deste primeiro Relatório de Monitoramento da UNESCO, que visa a coletar, analisar e disseminar informações sobre as muitas e diferentes formas pelas quais países de todo o mundo vêm integrando a cultura em suas políticas e em programas de desenvolvimento sustentável. Este Relatório vem oferecer um auxílio oportuno à implementação da nova Agenda, para assegurar a efetividade e maximizar o impacto, ajudando os países a avaliar objetivos, resolver questões políticas e desenvolver novas medidas capazes de satisfazer as demandas e as necessidades das pessoas”. (Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO).

Título original: Re|shaping cultural policies: a decade promoting the diversity of cultural expressions for development; summary

Brasília: UNESCO, 2016. 20 p.

Faça o download gratuitamente.

 

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