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Boletim ODC recebe trabalhos com o tema Pesquisar a Diversidade cultural: metodologias e práticas

Abre hoje o edital de chamamento para publicação de textos, artigos, entrevistas e reportagens para o Volume 84 do Boletim ODC. O Boletim é uma publicação virtual de periodicidade bimensal. Pesquisadores e profissionais que se interessam com temas relacionados à diversidade cultural discorrem sobre a temática em um espaço de construção de conhecimentos em suas variadas vertentes.

O prazo máximo para a submissão é até 20 de julho, e o tema será Pesquisar a Diversidade cultural: metodologias e práticas.

Para submissão os interessados devem seguir as orientações abaixo:

Inscrição

  1. Serão aceitos textos redigidos em português, espanhol, inglês ou francês e enviados em arquivo Word (.doc ou .docx), em fonte Arial 11, espaçamento 1,5, margem normal (em citações e tabelas utilizar fonte Arial 10 e espaçamento 1,0) e sem espaço entre os parágrafos;
  2. O título deve estar centralizado, em negrito e caixa alta;
  3. A identificação do(s) autor(es) deve vir abaixo do título, à direita, em itálico. A nota de rodapé apresentar os respectivo(s) e-mail(s) e dados autorais em até três linhas de cada autor do texto;
  4. Após o título e identificação do(s) autor(es), apresentar resumo do texto, em até cinco linhas;
  5. As citações diretas e indiretas devem ser realizadas no próprio texto, seguindo sistema autor-data, como nos exemplos: segundo García Canclini (1990, p. 76) ou após a citação (GARCÍA CANCLINI, 1990, p. 76).
  6. As referências devem seguir as normas da ABNT;
  7. Informar os créditos das fotos e imagens, se houver;
  8. Os textos devem ter até cinco laudas, incluindo as referências bibliográficas;
  9. Salvar o texto com a seguinte nomenclatura: BOLETIM ODC_ NOME DO AUTOR.
  10. Enviar o texto para o e-mail boletim.odc@gmail.com, até o dia 20/07/2019. O assunto do e-mail deve repetir a mesma nomenclatura do texto anexado (BOLETIM ODC_NOME DO AUTOR).

 

Critérios de avaliação

Cada texto será analisado à cega por dois pareceristas que considerarão os seguintes critérios para avaliação:

  1. Adequação do texto ao tema do boletim;
  2. Capacidade de articulação do tema com a questão da Diversidade Cultural e suas variadas facetas;
  3. Originalidade e qualidade analítica;
  4. Clareza, coerência, estilo e gramática;
  5. Atendimento aos itens 1 a 10 do tópico Inscrição.

 

Informações gerais

  1. Os textos podem ser ensaísticos, entrevistas, reportagens e resenhas de livros adequadas à temática da Diversidade Cultural;
  2. Os textos devem ser inéditos, admitindo-se trabalhos publicados em Anais de eventos;
  3. Cada texto pode ter até três autores e cada autor pode inscrever até dois textos por edital;
  4. Os autores declaram expressamente que as opiniões emitidas no trabalho são de sua exclusiva responsabilidade e que a publicação do artigo não viola direitos de terceiros, ficando o Observatório da Diversidade Cultural isento de quaisquer responsabilidades;
  5. Ao submeter o texto, o(s) autor(es) autorizam sua publicação, bem como o download e compartilhamento desde que se atribua crédito de autoria e para fins não comerciais;
  6. O(s) autor(es) declaram que  a presente cessão é totalmente gratuita e não implicará em qualquer pagamento presente ou no futuro pelo uso do texto inscrito.

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UNESCO alerta que países estão fora do caminho para atingir metas de educação até 2030

REPRODUÇÃO: ONU

Quase cinco anos desde que a ONU adotou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para serem cumpridos até 2030, as projeções da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) mostram que os países falharão em atingir as metas educacionais da agenda, o ODS número 4, se importantes progressos não ocorrerem ao longo da próxima década.

As projeções da UNESCO para o Fórum Político de Alto Nível da ONU em Nova Iorque, destinado a examinar o processo para atingir os ODS, mostram que, enquanto todas as crianças deveriam estar na escola, uma em cada seis crianças de 6 a 17 anos será excluída do sistema educacional até 2030.

As projeções também mostram que 40% das crianças do mundo não conseguirão concluir o ensino secundário nesse período, um percentual que deve atingir 50% na África Subsaariana, onde a proporção de professores treinados tem caído desde 2000.

Estudantes numa escola primária em Bingerville, um distrito de Abidjan, capital da Costa do Marfim. No país, menos de 70% das crianças frequentam o ensino primário. Foto: UNICEF/Dejongh

Quase cinco anos desde que a ONU adotou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para serem cumpridos até 2030, as projeções da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) mostram que os países falharão em atingir as metas educacionais da agenda, o ODS número 4, se importantes progressos não ocorrerem ao longo da próxima década.

As projeções da UNESCO antes do Fórum Político de Alto Nível da ONU em Nova Iorque, destinado a examinar o processo para atingir os ODS, mostram que, enquanto todas as crianças deveriam estar na escola, uma em cada seis crianças de 6 a 17 anos será excluída do sistema educacional até 2030.

As projeções também mostram que 40% das crianças do mundo não conseguirão concluir o ensino secundário nesse período, um percentual que deve atingir 50% na África Subsaariana, onde a proporção de professores treinados tem caído desde 2000.

As novas projeções (“Meeting Commitments: Are countries on track to achieve SDG 4?“) foram produzidas pelo Instituto de Estatísticas da UNESCO e pelo Relatório de Monitoramento da Educação Global. Os números são preocupantes, considerando que o ODS 4 pede aprendizado efetivo, não apenas presença na escola.

Considerando as atuais tendências, as taxas de aprendizado devem estagnar nos países de média renda e cair em quase um terço nos países africanos francófonos até 2030. Além disso, sem rápida aceleração, 20% dos jovens e 30% dos adultos em países de baixa renda não conseguirão ler até 2030, para quando está prevista a eliminação do analfabetismo no mundo.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável enfatiza a necessidade de “não deixar ninguém para trás”. No entanto, apenas 4% dos 20% mais pobres concluíram o ensino médio nos países mais pobres, em comparação com 36% dos mais ricos. A diferença é ainda maior em países de baixa e média renda.

Em 2015, o Relatório de Monitoramento da Educação Global da UNESCO identificou um déficit de 39 bilhões de dólares para atingir o ODS 4, mas a ajuda para a educação estagnou desde 2010.

“Os países precisam de mais e melhores dados para implementar políticas e fazer o máximo possível com cada dólar gasto em educação”, disse a diretora do Instituto de Estatísticas da UNESCO, Silvia Montoya.

“Os dados são necessários, não um luxo, para todos os países. Mesmo assim, atualmente, menos da metade das nações são capazes de fornecer os dados necessários para monitorar o progresso rumo ao objetivo global de educação. Qual o objetivo de determinar metas se não conseguimos acompanhar o avanço? Melhor financiamento e coordenação são necessários para apoiar os países, consertar essa falta de dados e, mais importante, progredir antes de chegarmos próximos do prazo.”

Uma publicação complementar do Relatório de Monitoramento da Educação Global (Beyond Commitments: How countries implement SDG 4) analisa políticas que as nações afirmam ter adotado desde 2015 para atingir as metas educacionais, enfatizando a necessidade de alinhar os planos nacionais de educação ao ODS4.

“Os países interpretaram o significado das metas do objetivo global de educação de maneiras muito diferentes. Isso parece correto, já que os países partem de pontos diferentes. Mas eles não podem desviar muito de suas promessas feitas em 2015. Se os países ajustarem seus planos aos seus compromissos agora, eles podem voltar aos trilhos rumo a 2030”, disse o diretor do Relatório de Monitoramento da Educação Global, Manos Antoninis.

O relatório mostra que muitos países priorizaram a equidade e a inclusão desde 2015 para cumprir suas obrigações. Assim, vouchers escolares são emitidos para estudantes indígenas na Bolívia, as taxas de ensino foram abolidas para os mais pobres no Vietnã e transferências monetárias condicionais são dadas para crianças refugiadas na Turquia e para crianças com deficiências intelectuais graves na África do Sul.

A aprendizagem também tem sido priorizada, com um terço dos países introduzindo avaliações de aprendizado para analisar as tendências ao longo do tempo e um em cada quatro países usando os resultados da aprendizagem para reformar seus currículos.

As sinergias mais fracas entre os planos dos países e seus compromissos de educação são vistas na falta de colaboração intersetorial, que normalmente só pode ser encontrada em tentativas de vincular a educação na primeira infância e a assistência médica e, mais tarde, a educação e o mercado de trabalho.

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Boletim ODC tem inscrições abertas até o dia 20 de julho

Quem não inscreveu seu texto para o Boletim ODC tem até 20 de julho para participar da próxima edição, que terá como tema Pesquisar a Diversidade cultural: metodologias e práticas.

O Boletim do Observatório da Diversidade Cultural é uma publicação virtual de periodicidade bimensal, no qual pesquisadores interessados na temática da diversidade cultural elaboram trabalhos que dialogam com este campo de pesquisa, e os assuntos propostos para cada edição. É realizado desde março de 2016, e a partir da edição #55 tornou-se um espaço para veiculação de textos produzidos tanto por membros do grupo de pesquisa do Observatório da Diversidade Cultural, quanto por participantes externos. 

Para a submissão de textos, veja as informações completas para realizar a inscrição aqui.

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Cidades mais criativas do mundo, segundo a UNESCO

REPRODUÇÃO: ABGC

UNESCO, agência especializada das Nações Unidas (ONU)disponibiliza um mapa gratuito das cidades mais criativas do mundo.

O Brasil aparece em 5º lugar, com 8 destinos. Fica atrás apenas de China, Reino Unido, Itália, Estados Unidos e empata com o Japão. Já mostramos aqui algumas dessas cidades como Étienne, no Vale do Loire, na França, cidade reconhecida na categoria de design.

CATEGORIAS E MISSÃO

As cidades são classificadas como mais criativas em diversas categorias. Artesanato e Arte folclórica, Design, Filme, Gastronomia, Literatura, Artes Midiáticas e Música. Os 8 lugares do Brasil que estão no mapa são:

  • Belém (Gastronomia)
  • Brasília (Design)
  • Curitiba (Design)
  • Florianópolis (Gastronomia)
  • João Pessoa (Artesanato e Arte folclórica)
  • Paraty (Gastronomia)
  • Salvador (Música)
  • Santos (Filme)

A UNESCO tem como objetivo maior promover a paz através de cooperação internacional na Educação, Ciências e Cultura. O programa da UNESCO contribui para atingir as metas de desenvolvimento sustentável definidas na Agenda 2030.

Essa rede de cidades criativas da UNESCO é mais do que apenas um mapa. O projeto acredita na cooperação e troca de experiências para fazer da criatividade uma alavanca no desenvolvimento urbano. Além de que juntas as cidades podem conceber novas soluções que resolvam problemas comuns.

A este respeito, a Rede de Cidades Criativas da UNESCO oferece oportunidades inigualáveis para as cidades aproveitarem os processos de aprendizagem e projetos colaborativos para capitalizar totalmente seus ativos criativos e usar isso como base para construir um desenvolvimento sustentável, inclusivo e equilibrado em aspectos econômicos, culturais e culturais, ambientais e sociais.” – Declaração pública da UNESCO

REDE DE CIDADES CRIATIVAS, UCCN

rede de cidades criativas da UNESCO, UCCN (do inglês “UNESCO Creative Cities Network“) está com inscrições abertas até 30 de Junho! Isso vale para cidades que queiram se juntar à rede e participar desse desenvolvimento colaborativoVocê pode ter acesso ao estatuto com a missão, objetivos e áreas de atuação e ver se onde você mora se encaixa nos requisitos para inscrição através do site da UCCN.

A criatividade está sendo cada vez mais valorizada como uma característica essencial para desenvolvimento de empresas e pessoas e a ONU até decretou o dia 21 de Abril como dia mundial da criatividade, impulsionando cidades para criarem eventos e promoverem trocas de experiências e verem como podemos mostrar a importância e a dimensão do valor criativo nos dias atuais.

E apesar do Rio de Janeiro não estar nessa lista, já falamos aqui de quando ele recebeu o título da UNESCO como a 1ª cidade a receber o título de capital mundial da arquitetura.

No mapa, você encontrará diversos lugares para viajar, independente do que você está buscando, como destinos que se encontram nas tendências de viagem de 2019 , cidades muito conhecidas como Praga, Barcelona, Berlim, Roma, Istambul e outras tão importantes quanto como Phuket (pela gastronomia), Enghien-les-Baines (pelas artes midiáticas), Varanasi (pela música), Tunis (pelo Artesanato e Arte folclórica) e muitas outras a serem descobertas.

DESTINOS

Independente do que você estiver buscando para destino de férias, seja para tirar fotos de incríveis mesquitas iranianas, registrar o encontro poético com o mar ou conhecer algumas das muitas cidades super coloridas do mundo como Nassau, nos EUA, essa rede de cidades da UNESCO pode te ajudar!

Além de que para gestores urbanos, designers, arquitetos, urbanistas e diversas profissões relacionadas, é uma aula ver como essas cidades estão se articulando e desenvolvendo-se a partir da criatividade.

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