Carla Lobo: produção cultural quase por acaso

Dando continuidade à série sobre os professores, os profissionais e os pesquisadores que fazem parte do Observatório da Diversidade Cultural e que também ministrarão disciplinas nos cursos de Iniciação à Gestão Cultural, Mapeamento da Diversidade Cultural e nas oficinas Modos de Brincar e Modos de Lembrar, vamos apresentar um pouco sobre o percurso profissional de Carla Lobo.

A trajetória de Carla Lobo

Carla Lobo é produtora cultural com vasto currículo e passagens por importantes eventos e instituições. Mas sua entrada nessa área aconteceu quase por acidente. Depois de se graduar no curso de Arquitetura e Urbanismo foi convidada a ajudar na realização do recém-criado Festival Internacional de Dança, o FID.

Após o convite, decidiu aprofundar seus conhecimentos na área. Ela começou a trabalhar no FID estudando sobre as leis de incentivo para inscrever o projeto e, após a aprovação, concentrou-se na captação de recursos. “O que aconteceu foi que durante esse processo as demandas da produção já estouravam: datas disponíveis nos teatros,  dos grupos que seriam convidados, passagens, hotel, equipamento, pessoal, contratos e tudo aparecia de novo, a cada dia, naquela minha nova jornada”, conta Carla. Foi dessa forma que a produtora assinou a direção executiva do FID de  1996 e 2013.

Paralelamente a isso, é fundadora e diretora da Tapioca Gestão em Cultura e Gastronomia; foi Diretora de Captação e Marketing da Fundação Clóvis Salgado, em 2015; e diretora de produção do festival Tudo é Jazz, entre 2003 e 2009.

Além disso, lançou o livro “Diário de Produção: relatos, dicas, experiências e casos de quem aprendeu produção cultural na prática”. O livro é referência para aqueles que querem ingressar e entender o ofício com exemplos de quem atuou muito nesse mercado.

A disciplina Produção Cultural

No curso de Iniciação à Gestão da Cultura com Ênfase em Diversidade, Carla Lobo será a responsável pela disciplina de encerramento chamada Produção Cultural na Prática.

“As aulas apresentam os fundamentos teórico-práticos da produção cultural, o funcionamento de uma produção artística, desde sua concepção até a realização, passando por todas as áreas relacionadas, detalhando cada uma delas”, comenta.

Por meio dos conteúdos a serem apresentados, o aluno irá entender na prática como é realizado um evento, aprendendo sobre o dia a dia da produção cultural. “A aula será expositiva e contará com slides animados, com apresentação de exemplos, modelos, relatos, imagens, planilhas, mapas de palco e outros que ilustram essa realidade”, relata.

Quando e como participar dos cursos do ODC

O ODC procura sempre oferecer cursos e oficinas para formação de artistas, profissionais da área da cultura e pessoas interessadas no desenvolvimento e promoção da diversidade das expressões culturais. Para participar, os interessados devem acompanhar a programação divulgada sempre no site e Facebook e fazer sua inscrição.

Neste semestre, Itaúna e Ipatinga recebem as atividades que estão com inscrições abertas até 14 e 18 de setembro, para os cursos de:

Os formulários para se inscrever e as informações completas você confere NESTE LINK.

 

Link permanente para este artigo: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/carla-lobo-producao-cultural-quase-por-acaso/

1 comentário

  1. Estou aguardando retorno das minhas inscrições.

Deixe uma resposta

Seu e-mail não será publicado.