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	<title>Observatório da Diversidade Cultural</title>
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		<title>21/05: ODC lança pesquisa e livro</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 23:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa; políticas públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento aberto ao público será realizado em comemoração ao Dia Internacional da Diversidade Cultural No próximo dia 21 de maio, o Observatório da Diversidade Cultural (ODC) lançará a pesquisa Mapeamento preliminar de políticas públicas para a diversidade e o livro Pensar e Agir com a Cultura: desafios da gestão cultural. O evento será realizado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/05/politica_publica_e_diversidade_cultal2.jpg" rel="lightbox[2185]" title="Print"><img class="alignleft size-medium wp-image-2200" title="Print" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/05/politica_publica_e_diversidade_cultal2-250x300.jpg" alt="" width="250" height="300" /></a>Evento aberto ao público será realizado em comemoração ao Dia Internacional da Diversidade Cultural<span id="more-2185"></span></em></p>
<p>No próximo dia 21 de maio, o Observatório da Diversidade Cultural (ODC) lançará a pesquisa Mapeamento preliminar de políticas públicas para a diversidade e o livro Pensar e Agir com a Cultura: desafios da gestão cultural. O evento será realizado em comemoração ao Dia Internacional da Diversidade Cultural (21/05).</p>
<p>O ODC é uma organização não-governamental que desenvolve programas de ação colaborativa entre gestores, artistas, arte-educadores, agentes culturais e pesquisadores. O objetivo é produzir informação e conhecimento, gerar experiências e experimentações, atuando sobre os desafios da proteção e promoção da diversidade nas vertentes: Formação, Informação, Pesquisa e Consultoria. O evento aberto ao público, com entrada gratuita, acontece no Sesc Palladium, das 19h30 às 21h30.</p>
<p>Na ocasião, serão apresentados os resultados da primeira etapa da pesquisa, incluindo mapas e conjunto de análises. A intenção é tornar públicos dados e análises preliminares, assim como demonstrar a importância da qualidade de indicadores e informações para a cultura e como estas podem orientar a atuação do poder público e sociedade civil, servindo de referência para a promoção da diversidade de expressões, em processos de concepção e organização de projetos e programas.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, modalidade Fundo de Projetos Culturais. O lançamento faz parte da contrapartida do ODC, acordada com a Fundação Municipal de Cultura, de projeto contemplado pelo Fundo Municipal de Cultura. O evento inaugura parceria entre ODC e Sesc Palladium.</p>
<p><strong><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/05/CAPA-FINAL-LIVRO-2012.jpg" rel="lightbox[2185]" title="CAPA FINAL LIVRO 2012"><img class="alignleft size-medium wp-image-2195" title="CAPA FINAL LIVRO 2012" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/05/CAPA-FINAL-LIVRO-2012-223x300.jpg" alt="" width="223" height="300" /></a>Gestão cultural</strong><br />
O livro Pensar e Agir com a Cultura: desafios da gestão cultural reúne olhares diversos sobre a questão na perspectiva da proteção e promoção da diversidade, como afirma o coordenador do ODC, antropólogo e doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ, José Márcio Barros, em um dos textos: “Diversidade cultural e gestão são expressões que, longe de revelarem consenso e homogeneidade, nos remetem ao campo das ambiguidades e contradições com que pensamos e nomeamos nossas diferenças e nossos modos de geri-las.”</p>
<p>A publicação é composta, ainda, por artigos de Isaura Botelho (Doutora em Ação Cultural pela USP e consultora de Políticas Culturais), Maria Helena Cunha (Mestre em Educação/UFMG e gestora cultural), Enrique Saravia (Professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas/RJ), José Oliveira Junior (Especialista em Novas Tecnologias em Comunicação e supervisor de Pesquisa e Projetos do ODC), Fayga Moreira (Doutoranda do Programa Multidisciplinar em Cultura e Sociedade/UFBA), Gustavo Jardim (Fundador e gestor do coletivo independente DuRolo Filmes), Paula Ziviani (Doutoranda em Comunicação Social/UFMG) e Luciana Caminha (Especialista em Bens Culturais, Cultura, Economia e Gestão / FGV-SP e produtora cultural).</p>
<p>O livro tem patrocínio da Arcellor Mittal por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e conta com a parceria da Fundação Clóvis Salgado, UEMG, Fapemig, PUC Minas, Usiminas e Fundação ArcelorMittal Brasil.</p>
<p><strong><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Mapa-diversidade.png" rel="lightbox[2185]" title="Mapa diversidade"><img class="alignleft size-full wp-image-2215" title="Mapa diversidade" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Mapa-diversidade.png" alt="" width="250" height="150" /></a>Mapeamento</strong><br />
A primeira fase da pesquisa Mapeamento preliminar de políticas públicas para a diversidade teve o objetivo de mapear políticas públicas gerenciadas pelo município de Belo Horizonte, para identificar os impactos dessas políticas na proteção e promoção da diversidade de expressões culturais nas nove regiões da cidade. Uma das atividades foi a construção do <a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/mapa/">Mapa de observatórios</a> atuantes na área cultural, tendo em vista sua contribuição para a pesquisa de políticas públicas do setor. Mais de 30 observatórios foram identificados. No Mapa, estão listadas as instituições que possuem sede e cujos sites estão atualizados. Dentre eles, observatórios que desenvolvem ações ligadas à educação, comunicação, cultura afro-brasileira e cultura popular.</p>
<p>Ao analisar programas e projetos promovidos pela FMC, a proposta contribui para definição de indicadores de diversidade cultural e cidadania, atuando de forma complementar a outras duas pesquisas, em desenvolvimento pelo ODC, para mapeamento de programas e projetos promovidos por instituições e grupos artísticos e culturais. Integram a equipe os coordenadores José Márcio Barros e José Oliveira Junior e as pesquisadoras Giselle Lucena, Lívia Espírito Santo e Priscilla Nilo.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Evento:</strong> Lançamento da pesquisa Mapeamento preliminar de políticas públicas para a diversidade e do livro Pensar e Agir com a Cultura: desafios para a gestão cultural.<br />
<strong>Onde:</strong> Sesc Palladium (Teatro Júlio Mackenzie) – Av. Augusto de Lima, 42 &#8211; Centro.<br />
<strong>Dia e horário:</strong> 21/05, das 19h às 21h30.<br />
<strong>Vagas:</strong> 82 lugares, com entrada sujeita à lotação do espaço.<br />
<strong>Patrocínio:</strong> Pesquisa (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH – FPC) e Publicação (Arcelor Mittal por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG).<br />
<strong>Realização:</strong> Observatório da Diversidade Cultural<br />
<strong>Apoio:</strong> Sesc Palladium<br />
<strong>Informações:</strong> info@observatoriodadiversidade.org.br</p>
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		<title>Seminário ArteHoje 2012 debate Território Rede</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 19:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Arte contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Território rede]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento promovido pela Faop em Ouro Preto vai fomentar a discussão sobre a arte contemporânea A sexta edição do seminário ArteHoje será realizada de 19 a 26 de maio, em Ouro Preto, com uma vasta programação em torno do tema Território Rede. O evento contará com mesas-redondas, oficinas, palestras, exposições, laboratório de imersão, exibição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><strong></strong><br />
<em></em></div>
<p align="CENTER"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/madia_artehoje.jpg" rel="lightbox[2170]" title="madia_artehoje"><img class="alignleft size-medium wp-image-2171" title="madia_artehoje" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/madia_artehoje-300x87.jpg" alt="" width="300" height="87" /></a>Evento promovido pela Faop em Ouro Preto vai fomentar a discussão sobre a arte contemporânea<span id="more-2170"></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">A sexta edição do seminário </span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">ArteHoje</span></span></strong> <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">será realizada de </span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">19 a 26 de maio</span></span></strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">, em </span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Ouro Preto</span></span></strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">, com uma vasta programação em torno do tema Território Rede. O evento contará com mesas-redondas, oficinas, palestras, exposições, laboratório de imersão, exibição de filmes documentários, intervenções artísticas, entre outras ações. As </span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">inscrições</span></span></strong> <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">são </span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">gratuitas</span></span></strong> <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">e podem ser feitas entre os dias 8 e 19 de maio, pelo site <a href="http://www.faop.mg.gov.br/" target="_blank">www.faop.mg.gov.br</a>.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Neste ano, a proposta do seminário ArteHoje é refletir sobre maneiras de potencializar o conceito de “</span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">território rede</span></span></strong>”<span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">, pensando como o território pode ser transformado pelas redes que formam uma complexa trama, que utiliza como matéria-prima todas as relações passadas, presentes e futuras. Sob o </span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">enfoque cultural e artístico</span></span></strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">, as mesas de debate abordam as questões: Residências Artísticas: arte em territórios específicos; Processos artísticos compartilhados e sustentáveis; Participação do artista contemporâneo em processos de reconfiguração sociais e espaciais; Arte, cultura e diversidade. A programação também inclui a conferência de encerramento sobre Economia Criativa. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Um dos destaques é o geógrafo </span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Rogério Haesbaert</span></span></strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">. Ele vai ministrar a palestra de abertura sobre o  tema território rede, ideia central do ArteHoje 2012. Haesbaert é pós-doutor em Geografia pela </span></span><em><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Open University</span></span></em> <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">na Inglaterra e professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Outros nomes já confirmados são Luis Guilherme Vergara (UFF), Rachel Falcão (EARMFA | Faop), Fátima Trópia (Superintendência de Interiorização da SEC) e José Júnior (Observatório da Diversidade Cultural).</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">O evento é promovido pela </span></span><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Fundação de Arte de Ouro Preto | Faop</span></span></strong> – <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">entidade ligada à Secretaria de Estado de Cultura, com o intuito de fomentar o debate sobre a arte contemporânea. O seminário também conta com diversos parceiros importantes que incrementaram a sua programação, como Plug Minas, MultiCultural, Universidade Federal de Ouro Preto | Ufop, Grupo Residência, Projeto Circo Arte-Educação e Cidadania, ID Investigação em Dança, Coletivo Muzinga | Fora do Eixo e Forumdoc.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">No mesmo período, de 19 a 26 de maio, também acontecem dois eventos que são realizados com ações integradas ao ArteHoje: a Semana de Artes da Ufop, promovida pela Multicultural Produções Artísticas – Empresa Júnior de Artes Cênicas e Música da Ufop, e a Seda – Semana do Audiovisual, organizada pelo Coletivo Muzinga.</span></span></p>
<p>Fonte: Faop</p>
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		<title>Oportunidade de desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A questão ambiental vista como oportunidade e não como problema &#160; &#160; Membro do Conselho Fiscal da Fundação Biodiversitas, o engenheiro eletrônico e economista Leonardo Fares ressalta que o atual cenário, no que se refere ao desenvolvimento sustentável, embora marcado pela crescente conscientização por parte das empresas e sociedade, sofre as conseqüências destrutivas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/rio+20-300x156.png" rel="lightbox[2141]" title="rio+20-300x156"><img class="alignleft size-full wp-image-2144" title="rio+20-300x156" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/rio+20-300x156.png" alt="" width="300" height="156" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A questão ambiental vista como oportunidade e não como problema<span id="more-2141"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Membro do Conselho Fiscal da Fundação Biodiversitas, o engenheiro eletrônico e economista Leonardo Fares ressalta que o atual cenário, no que se refere ao desenvolvimento sustentável, embora marcado pela crescente conscientização por parte das empresas e sociedade, sofre as conseqüências destrutivas da resistência dos países em assumir acordos e dos elevados padrões de consumo que impactam negativamente a vida no planeta.</p>
<p>Com a aproximação da Rio + 20, que será realizada de 16 a 20 de junho no Rio de Janeiro, o empresário do segmento de software e serviços para os setores de energia elétrica e aeroespacial chama a atenção para a necessária mudança de paradigma em relação à questão ambiental que deve ser vista como oportunidade e não como problema.</p>
<p>Nesta entrevista ao ODC, ele destaca ainda desafios, em várias áreas, que exigem uma visão integrada para potencialização dos recursos regionais e culturais, bem como geração de renda e emprego, em sintonia com as demandas ambientais. A trajetória de Fares, como militante ambiental, inclui a atuação como sócio fundador da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (AMDA); membro da Câmara de Atividades Industrias (COPAM), do Conselho Municipal de Meio Ambiente de BH (COMAM) e do Conselho Curador da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM).</p>
<p><strong>ODC:</strong> Como avalia a evolução das condições do clima planetário, como, por exemplo, a questão do buraco da camada de ozônio?</p>
<p><strong>Leonardo Fares:</strong> Aqui cabem duas visões: do ponto de vista de emissões de gases de efeito estufa e perda de biodiversidade a situação piorou, pois os acordos assumidos pelos países signatários não foram cumpridos. O Japão e os países europeus fizeram esforços importantes, porém, insuficientes. Agravando o cenário está a posição dos Estados Unidos que não assumiram nenhum compromisso em relação ao tema. A China, embora não obrigada a compromissos, vem fazendo um esforço notável na área de energias limpas e de proteção à biodiversidade. O Brasil, também, não obrigado a assumir metas, definiu a sua própria, relativa à redução do desmatamento da Amazônia, e está cumprindo. Infelizmente, o que resultou de tudo isso foi o aumento da emissão de gases de efeito estufa, com a consequente elevação da temperatura do planeta e o aumento da destruição de biodiversidade global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do ponto de vista da mobilização e conscientização de governos, sociedade civil e empresas, houve uma evolução sensível, principalmente, nos dois últimos. Mais do que conscientizar-se e mobilizar-se, sociedade civil e empresas estão tomando ações inovadoras com impactos positivos para o clima planetário. Elas evoluíram muito mais do que os governos nestes 20 anos. Talvez essa tendência seja o motor das mudanças futuras.</p>
<p><strong>ODC:</strong> Quais os principais avanços e recuos e a perspectiva, com a Rio + 20, em relação ao desenvolvimento sustentável global?</p>
<p><strong>LF:</strong> O que de fato mudou foi o nível de percepção e sensibilização do problema. As pessoas estão mais interessadas no assunto e dispostas a contribuir no dia-a-dia para um novo cenário. Por um lado, percebe-se que formas alternativas e renováveis de geração de energia ganharam escala comercial, quando, em 1992, não passavam de experimentos considerados até poéticos. Por outro lado, padrões de consumo tradicionais, fortemente impactantes, permanecem inalterados, com destaque para o transporte individual; a produção de petróleo em franca expansão e modelos de produção fortemente retrógados são ainda muito robustos, a exemplo do que assistimos na discussão do código florestal.</p>
<p><strong>ODC: </strong>Cientistas reunidos na conferência Planeta sob Pressão, realizada em abril, apontaram o crescimento populacional e o estilo de vida &#8211; uso das tecnologias e diminuição do consumo etc &#8211; como principais obstáculos. Como poderemos tratar essa questão, para além da dimensão econômica, tendo como eixo a diversidade das culturas?</p>
<p><strong>LF:</strong> No meu ponto de vista, é preciso, antes de mais nada, mudar o paradigma de que a questão ambiental é um problema, para o de que, na verdade, trata-se de uma enorme oportunidade. A percepção da questão ambiental pelas empresas, governos e sociedade está ainda muito fracionada, o que não permite, muitas vezes, apreender um conjunto de oportunidades ainda fora do campo de visão, principalmente, das empresas e governos.</p>
<p>Resumidamente, as visões têm sido as seguintes: Para a sociedade, um problema que causa danos à qualidade de vida, especialmente à saúde. Numa visão mais estratégica, este problema compromete, inclusive, a sobrevivência do “modus operandi” das sociedades humanas da forma como estão hoje organizadas. Para os governos, um problema sob crescente atenção social que demanda um marco regulatório eficiente e um aparato público de licenciamento e fiscalização. De modo geral, a questão tem sido tratada como um problema que demanda um eficiente sistema de gestão e a construção e operação deste sistema tem sido o grande desafio. Para as empresas: neste caso, há visões mais atrasadas que enxergam a questão ambiental como um empecilho ao desenvolvimento e outras mais avançadas que já conseguem enxergar a questão como um fator de produtividade e competitividade. De toda forma, a visão ainda é associada a um problema.</p>
<p>Independentemente das visões correntes, a variável ambiental está provocando uma mudança radical em padrões de percepção da realidade, em quase todas as partes do mundo. Novos marcos regulatórios estão em desenvolvimento, a percepção dos consumidores e cidadãos está em processo de rápida mudança e, consequentemente, a sociedade como um todo vai se adaptando a esta nova realidade. Juntamente com ela, surgem as oportunidades empresariais.</p>
<p><strong>ODC -</strong> Quais os principais desafios e em quais áreas?</p>
<p><strong>LF –</strong> No design industrial, o compromisso de dar adequada destinação final aos bens de consumo, associado ao princípio da re-usabilidade, está criando novos padrões no design industrial com o objetivo de garantir que os produtos sejam projetados e construídos dentro de critérios que permitam o  desmonte e re-uso de partes e peças ao término de sua vida útil. Este conceito aplicado nas cadeias produtivas pode representar um notável incremento na produtividade e competitividade da indústria.</p>
<p>Novos materiais: pelas mesmas razões anteriores, outra oportunidade em franca expansão é o desenvolvimento de novos materiais, de origem sintética ou não. No campo empresarial, algumas tendências são observáveis. Na engenharia de processos: este é um segmento em franca evolução, considerando-se que o controle ambiental da indústria está diretamente relacionado com a redução da geração de resíduos. Existe hoje um forte esforço científico e tecnológico nesta direção, grande parte dele na revisão dos processos industriais existentes e mesmo na criação de novos.</p>
<p>Quanto à indústria de controle de emissões: já diretamente no campo industrial surge um forte segmento voltado, exclusivamente, para produção de equipamentos de controle de efluentes. Trata-se de um segmento com demanda global e de forte conteúdo tecnológico. Em relação à biodiversidade: seguramente é o maior patrimônio natural brasileiro, uma ou duas ordens de grandeza superior aos normalmente citados, tais como as reservas de petróleo e gás, minerais ou do potencial hidrelétrico. No entanto, não temos hoje, absolutamente, nenhuma política estruturante para a área.</p>
<p>Outro desafio, a energia: aproximadamente 87% da energia consumida hoje no planeta é proveniente de fontes não renováveis. O fenômeno do aquecimento global traz oportunidades inéditas no campo das energias renováveis. Talvez este seja um dos poucos campos onde já existem ações articuladas de políticas públicas, ainda assim, tímidas e localizadas.</p>
<p>Em relação ao seqüestro de carbono: diretamente associado ao item anterior, o Brasil vem perdendo terreno para os países asiáticos na implementação dos mecanismos do Protocolo de Kyoto. Embora no âmbito do nosso estado haja iniciativas nesse sentido, estas estão aquém para atender o leque de oportunidades no segmento. Já na agricultura, de acordo com o relatório de 2005 da <em>International Federation of Organic Agriculture Movement</em> mais de 26 milhões de hectares em todo o mundo estão certificados como produtores de agricultura orgânica, que geraram em 2003 um faturamento superior a US$25 bilhões.</p>
<p>Como se observa, as oportunidades estão presentes em várias áreas. Uma visão integrada pode potencializar os recursos de cada região, de cada cultura, no sentido de gerar renda e emprego de forma alinhada com as demandas ambientais do planeta. Para isso, a questão ambiental tem de ser entendida como oportunidade e não como problema. Esta visão tem se manifestado de forma esparsa em alguns países, tendo a Alemanha como grande destaque. O Brasil, infelizmente, ainda não dedicou a devida atenção ao tema e, consequentemente, não o incorporou nos seus planos de desenvolvimento econômico e social.</p>
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		<title>A tarefa da conexão</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>

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		<description><![CDATA[Pofessor da UFRJ, Muniz Sodré, discute cultura e comunicação como espaços de produção de sentido Cultura e comunicação, conceitos ambíguos. A cultura percorre da totalidade de sentido à ideia de representação; à comunicação não faltam contradições, ora associada à busca da democracia, mas, não raro, à ideia da transmissão de informações que, embora antiga, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><em><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/muniz_sodre.png" rel="lightbox[2139]" title="muniz_sodre"><img class="size-full wp-image-2148" title="muniz_sodre" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/muniz_sodre.png" alt="" width="241" height="283" /></a> Pofessor da UFRJ, Muniz Sodré, discute cultura e comunicação como espaços de produção de sentido<span id="more-2139"></span></em></p>
<p>Cultura e comunicação, conceitos ambíguos. A cultura percorre da totalidade de sentido à ideia de representação; à comunicação não faltam contradições, ora associada à busca da democracia, mas, não raro, à ideia da transmissão de informações que, embora antiga, não reflete a etimologia da palavra. Para o pesquisador e professor da UFRJ, Muniz Sodré, que realizou a palestra “Cultura, Comunicação e Vida Social”, no dia 29 de março, na PUC Minas, o processo interativo tem como dimensão importante um modo ampliado de realizar a difusão cultural a serviço da produção cultural; ao engendrar poder é, portanto, da ordem do interesse do capital.</p>
<p>Já a cultura, explicou o professor, antes um processo de reflexão estética sobre a produção, expandiu-se através dos processos comunicacionais, em cenário marcado pela influência dos dispositivos comunicacionais que somam, hoje, sete bilhões de unidades, superando a quantidade de pessoas no planeta. Também por meio dessas tecnologias comunicacionais, a economia globalizada opera intenso fluxo econômico, financeiro e administrativo que ancora a ideologia da financeirização, conferindo velocidade de saída e entrada de capitais. Capitais velozes, como lembrou Sodré, que preocupam, inclusive, o governo brasileiro, pela força da especulação que não vem alimentar a produção nacional, mas buscar no país juros favoráveis a seus interesses.</p>
<p><strong>Valores</strong></p>
<p>Enquanto o plano da comunicação funcional busca a eficácia, conforme argumentou Sodré, os valores são convocados para atuar na contramão da funcionalidade dos processos. Trata-se do acionamento da comunicação normativa que diz respeito à vontade de compreensão mútua como horizonte da comunicação. Por isso, o professor enfatizou que a sociedade da informação convive com a chamada sociedade da comunicação, não se configurando aí duas instâncias distintas: “Quando a informação predomina, apela-se para a comunicação normativa para acalmar temores e angústias”, afirmou Sodré, ao problematizar: “Parece desaparecer o sentido orgânico da cultura como produção de sentido, para cultura como modo de gerenciar o social”.</p>
<p>Mediações tradicionais parecem desaparecer, segundo ele, quando a evidência da cultura funciona por repetição e instrumentalização. Mas não se trata, para o professor, de processos de “reificação” ou “coisificação do espírito”. Ele segue a trilha do filósofo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Jacques_Rousseau" target="_blank">Rousseau</a> que identificava os elementos constitutivos do fazer humano, ou seja, constitutivos da dimensão cultural, na natureza (órgãos), homens (usos do natural) e coisa (aquisição de experiência que temos com os objetos com os quais sempre aprendemos).</p>
<p>“Na verdade, o homem é tão cultivado pelos objetos quanto se supõe tenha influência sobre eles. Sempre fomos técnicos”, afirmou, identificando o hábito e a técnica como segunda e terceira naturezas do homem, respectivamente: “A técnica aumenta espessura do envoltório protetor, amplia o espaço”. Nesse contexto, a questão que se discute é se “a chegada do objeto ao primeiro plano” – este visto, antes, sob pleno domínio do homem &#8211; consiste na morte da cultura. “Não se trata de demonizar ou rejeitar a técnica, mas, de integrar humanamente a técnica na vida social”, respondeu Sodré.</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>De acordo com Sodré, a interação da técnica com a vida social implica, primeiramente, a sua integração na dimensão humana da educação, como processo de incorporação intelectual e afetiva, pelos indivíduos, dos princípios e forças que estruturam o bem da vida social. A noção de bem associada, assim, à preservação da vida para continuação da comunidade humana, através da construção de códigos, leis, costumes e instituições, por exemplo.</p>
<p>“Educar é inscrever alguém no ordenamento social e criar condições cognitivas pra que o indivíduo até mesmo rompa essa lei. É socializar individualizando”, disse Sodré, ao destacar que a tecnologia da comunicação não pode ser fundada fora da dimensão da educação. Um exemplo da importância da mediação tecnológica é a interface da tradição com o moderno, possível, hoje, através da educação mediada por uma leitura plural, heterogênea, “solidária”. “A tecnologia deve ser vista como pretexto histórico para se repensar as formas de dominação que sempre vieram com a escrita”, defendeu o pesquisador.</p>
<p>Nesse contexto, a inclusão digital passa, necessariamente, pela questão da educação, “do professor, não de inserção das tecnologias que não representam um fim em si mesmo”, como afirmou. O estatuto escolar deve se integrar como agente ativo de instrução num circuito pedagógico liderado pelo docente. “A tecnologia oferece, impõe, redefine operações docentes em função do filtro de informação e conhecimento que o professor deve ser”, destacou. Para o pesquisador, a adequação dos processos educacionais é estratégica quando o excesso de informação pode tornar os indivíduos “ignorantes da história”, já que “sob as aparências do novo, confirmam-se estereótipos sociais”.</p>
<p><strong>Música e corpo</strong></p>
<p>Outro exemplo importante como mediação que reabilita o espaço contemporâneo, na opinião de Sodré, é a presença da música nas redes sociais, que “estimula o poder de expressão do corpo até o ponto de produção de imagens próprias”. De acordo com Sodré, “a música está no centro da transformação juvenil e, dos anos 60 pra cá, atinge sua posição de supremacia com as novas tecnologias”. Ele citou a música pop no Egito e Argélia, vinculada ao desejo de libertação, mediado por canções de revolta que chegaram ao Egito pela rede social Youtube. Também os grupos de música Tuareg, população que vive no deserto de Saara, que exportam, por meio das redes, a aliança entre ritmos tradicionais que fazem arranjos com rock e blues e geram sonoridade nova e dança calcada no ritmo do camelo, construindo um “ritmo revolucionário”.</p>
<p>Essa forma de atuação em rede relaciona-se ao que Sodré chama de “potência de automodelagem”, referindo-se ao sentido <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles" target="_blank">aristotélico</a> de jogo: “Como ocupação agradável por e para ela mesma e isso só se faz por comunicação e sociabilidade”. Nessa perspectiva, a cultura remete ao campo da produção de sentido e não como gestão do social e atua como busca de um novo modo de tratamento da experiência do cotidiano que valoriza as virtualidades do pluralismo cultural. “Culturas são plurais e heterogêneas e é preciso inscrever essas pluralidades nas experiências de cultura e comunicação”, argumentou o pesquisador. Um desafio à universidade, em especial, que precisa se abrir à vida comunitária, possibilitando o contágio e a diversidade cultural. “A cultura precisa redescobrir isso. Cabe à universidade redescobrir o jogo, essa é a tarefa da conexão”, enfatizou o professor.</p>
<p><strong>Vínculo</strong></p>
<p>Muniz Sodré realizou ainda a palestra &#8220;Aspectos da constituição da comunicação como campo científico&#8221;, desta vez, para os alunos do curso de Mestrado em Comunicação Social da PUC Minas. Ele falou sobre o início dos estudos da Comunicação, quando, nos EUA, os investimentos em pesquisas na área surgiram para atender aos interesses do governo &#8211; em contexto de guerra &#8211; e, por isso, as pesquisas focaram o paradigma dos efeitos das mensagens. A Comunicação foi, também, inicialmente estudada a partir de um ponto de vista técnico e das engenharias, que analisa o percurso matemático da mensagem.</p>
<p>Sodré colocou em questão o que é o objeto da Comunicação hoje. Para ele, o vetor da comunicação é por em crise o objeto das outras ciências sociais. De acordo o professor, com o desenvolvimento tecnológico e usos diversos de todas as ferramentas disponíveis, pensar em vínculo social é tratar não apenas do vínculo do homem com o homem, mas também do homem com o seu entorno. Para ele, o homem, hoje, é o homem que dialoga com a máquina.</p>
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		<title>Observatório pelo Brasil e pelo mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:13:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ODC constroi mapa de instituições culturais O Observatório da Diversidade Cultural está construindo um Mapa de observatórios existentes em diversas partes do mundo, que atuam na área cultural. Uma prévia do trabalho já pode ser visualizada no site do ODC. Em breve, uma versão mais completa estará disponível, assim como os outros Mapas que serão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/mapa_site.png" rel="lightbox[2137]" title="mapa_site"><img class="alignleft size-full wp-image-2151" title="mapa_site" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/mapa_site.png" alt="" width="250" height="150" /></a>ODC constroi mapa de instituições culturais<span id="more-2137"></span></em></p>
<p>O Observatório da Diversidade Cultural está construindo um Mapa de observatórios existentes em diversas partes do mundo, que atuam na área cultural. Uma prévia do trabalho já pode ser visualizada no site do ODC. Em breve, uma versão mais completa estará disponível, assim como os outros Mapas que serão produzidos para identificação de instituições e experiências ligadas à diversidade cultural.</p>
<p>A construção do Mapa de observatórios compõe uma das etapas da Pesquisa de Mapeamento de Políticas Públicas para Diversidade Cultural. A busca de Observatórios que atuam na área cultural foi realizada com o intuito de conhecer a experiência destas instituições, seus perfis, enfoques, metodologias e dinâmicas de trabalho, considerando como elas podem contribuir para a experiência de pesquisa de políticas públicas para a área.</p>
<p>Mais de 30 observatórios foram identificados. No Mapa, estão listadas as instituições que possuem sede e cujos sites estão atualizados. Dentre eles, observatórios que desenvolvem ações ligadas à educação, comunicação, cultura afro-brasileira, cultura popular, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tipologias</strong></p>
<p>Nos artigos “<a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/balanco_de_uma_breve_trajetoria " target="_blank">Observatórios Ibero-Americanos &#8211; Balanço de uma breve trajetória</a>” e “<a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/o_crescimento_dos_observatorios_no_brasil" target="_blank">Olhar Crítico &#8211; O crescimento dos Observatórios no Brasil</a>”, Luiz A. Albornoz, Micael Herschmann e Suzy dos Santos dividem os observatórios em dois grupos: os Fiscais e os Think Tank. No primeiro, eles são concebidos como espaços articuladores da cidadania a partir do qual se poderia monitorar o funcionamento dos meios de comunicação e de seus conteúdos ligados a uma temática específica; já os Think Tank são considerados como organismos que atuam com intervenções e reflexões na formulação de políticas públicas.</p>
<p>Segundo os autores, uma das funções dos observatórios é facilitar o acesso público à informação de qualidade e propiciar a tomada de decisões por parte das autoridades responsáveis, orientando o aperfeiçoamento das políticas públicas de algum setor. Associada a esta função, estão as atividades de pesquisas, elaboração de bases de dados, metodologias para codificar, classificar e categorizar informações.</p>
<p>Assim, o ODC pode ser considerado um observatório Think Tank, devido às ações de formação e produção de conteúdo desenvolvidas. Além disso, a pesquisa em andamento conta com mapeamento prévio, bem como elaboração de metodologias para organizar as informações, analisá-las e, dessa forma, contribuir com a construção de novos projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>O Mapeamento de Políticas Públicas para Diversidade Cultural é um projeto em andamento, financiado pelo Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte, que está identificando políticas que contribuem para a proteção e promoção da diversidade cultural. O objetivo é localizar, descrever e construir metodologias que ajudem a monitorar e avaliar tais políticas. O projeto é uma atividade da Linha de Pesquisa do ODC, no âmbito da qual o ODC desenvolve, orienta, mapeia, acompanha e disponibiliza pesquisas e estudos sobre a diversidade e aspectos da gestão cultural. O resultado da pesquisa será apresentado em evento aberto ao público, no mês de maio.<strong></strong></p>
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		<title>Do projeto à realização</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:11:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aprovação em edital e financiamento coletivo são algumas formas de viabilizar projetos de ex-alunos do ODC Um projeto é, por princípio, uma ideia considerada viável, que mobiliza ações em torno de determinado propósito. Para um grupo de alunos do curso Desenvolvimento e Gestão Cultural, a proposta coletiva desenvolvida durante as aulas está se tornando realidade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2156" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/NOZZx4_oficial_02_WEB.jpg" rel="lightbox[2135]" title="NOZZx4: Zuleide, Sofia, Fred e Letícia"><img class="size-medium wp-image-2156" title="NOZZx4: Zuleide, Sofia, Fred e Letícia" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/NOZZx4_oficial_02_WEB-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">NOZZx4: Letícia, Sofia, Fred e Zuleide</p></div>
<p align="center"><em>Aprovação em edital e financiamento coletivo são algumas formas de viabilizar projetos de ex-alunos do ODC<span id="more-2135"></span></em><strong></strong></p>
<p>Um projeto é, por princípio, uma ideia considerada viável, que mobiliza ações em torno de determinado propósito. Para um grupo de alunos do curso Desenvolvimento e Gestão Cultural, a proposta coletiva desenvolvida durante as aulas está se tornando realidade. A fonte de inspiração: Belo Horizonte, metrópole peculiar, com ares de cidade do interior, cujo apelido, Roça Grande, deu o primeiro nome à iniciativa. A jornalista, roteirista e redatora publicitária Sofia Fada; a relações públicas e produtora cultural Letícia Mendes; Fred Carvalho, publicitário, fotógrafo e designer e a doutoranda em Linguística e analista da Defensoria Pública da União, Zuleide Filgueiras, seguiram as trilhas de Minas para reunir as experiências de quem vive em BH.</p>
<p>A ideia é promover a interação entre os modos de ser, expectativas das pessoas e padrões de relacionamento que tornam singular a vida em Belo Horizonte. Algumas questões impulsionaram o grupo: Quem mora em BH mantém contato com os seus conterrâneos? Permanecem os laços afetivos, profissionais e culturais? Em muitos casos, perde-se o vínculo e esse é justamente um dos sentidos que os mineiros podem partilhar ao participar do projeto Confraria Gerais &#8211; nome definitivo conferido à rede, segundo o grupo, para não limitar a proposta ao se ampliar a área de atuação.</p>
<p>“O que o site Confrarias Gerais pretende é se tornar um espaço para o encontro e a interação entre as pessoas que vieram do interior para BH. Reforçar os laços que as unem aos seus conterrâneos, à sua cultura e à sua própria identidade. Ao mesmo tempo, estreitar os laços com os outros moradores da capital mineira e a identificação dos ‘forasteiros’ com BH, além de criar um intercâmbio de culturas, serviços e informações entre as cidades mineiras”, diz Sofia Fada.</p>
<p>“Depois de apresentarmos a ideia em sala de aula, resolvemos inscrever o projeto na Lei Estadual de Incentivo à Cultura e, a partir de então, o que era um trabalho de grupo se transformou em uma possibilidade real de atuação profissional para os integrantes que levaram o projeto adiante”, completa. O grupo realizou adaptações necessários quanto ao objetivo, justificativa e orçamento do site, além de aprofundar a pesquisa sobre o tema. “O valor aprovado – R$ 200 mil será usado para criar e desenvolver o site. Ainda estamos em fase de captação do patrocínio e estamos inscrevendo o projeto também na Lei Rouanet, com o objetivo de garantir verba para manutenção do site”, informa Sofia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Financiamento coletivo</strong></p>
<div id="attachment_2157" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Brenda-e-P.jpg" rel="lightbox[2135]" title="Brenda e Pâmila: banda Cáustica"><img class="size-medium wp-image-2157" title="Brenda e Pâmila: banda Cáustica" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Brenda-e-P-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Brenda e Pâmila: banda Cáustica</p></div>
<p>O encontro de Brenda Marques Pena e Pâmilla Villas Boas, durante o curso de Gestão Cultural do ODC, resultou na formação da banda Cáustica, em 2010. A apresentação do trabalho da dupla de jornalistas que atuam, também, como produtoras culturais, compositoras e instrumentistas, está no site <a href="http://movere.me/projeto/94-musas-e-medusas/" target="_blank">Movere</a>, em busca de financiamento coletivo: “Somos a Banda Cáustica, um trio de musicistas que aposta no lugar fronteiriço entre o Rock e outras vertentes musicais. Estamos aqui para gravar o nosso primeiro CD, o Musas e Medusas. O disco surgiu da pesquisa sonora e poética que procura trazer à tona angústias e experiências do universo feminino com a sutileza típica das mulheres Cáusticas. O trabalho aposta em influências diversas como o jazz, o pop e o rock em busca de uma sonoridade única e de uma dissolução capaz de contagiar e estarrecer todos vocês. O CD Musas e Medusas terá dez faixas e será gravado em Belo Horizonte entre maio e junho de 2012”.</p>
<p>Para a gravação serão necessários R$ 9 mil que inclui os custos de estúdio, mixagem e masterização do áudio. O retorno aos colaboradores: CD autografado com agradecimento no encarte, camisetas, kit Musas e Medusas, livro de poesia autografado pelas autoras e integrantes da Cáustica, com direito a “comemorações após o show e música especial feita para os apoiadores”. O CD Musas e Medusas é o primeiro da banda que já gravou quatro músicas disponibilizadas pela internet no <a href="http://myspace.com.br/bandacaustica" target="_blank">Myspace da Banda</a>, em 2011.</p>
<p>O CD prevê participação especial de artistas e bandas consagradas como, por exemplo, Plebe Rude, Jorge Mautner e Marcus Vianna. Os shows de lançamento do trabalho foram feitos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Seguro e Arraial D´Ajuda. Outra forma de viabilizar o projeto da banda, o financiamento via Lei Estadual de Incentivo à Cultura abrange a gravação, mixagem, prensagem de 3 mil CDs e realização de shows em cidades do Brasil e de Portugal. A produção musical será de Chico Neves, que já atuou com artistas como Skank, Gilberto Gil e Arnaldo Antunes.</p>
<p><strong>Confraria Gerais</strong></p>
<p>Sofia Fada afirma que a rede promoverá a diversidade cultural, por meio do  intercâmbio de saberes e fazeres e o reforço da identidade e dos costumes. A ideia é que os recém chegados à capital mineira sejam acolhidos pelos integrantes que contarão ainda com os seguintes serviços: ofertas de moradia, emprego, serviços e transporte, além de divulgação de eventos e atuação artística. A intenção é ainda de que a rede contribua para o fortalecimento da economia solidária em Minas Gerais, ao estimular o desenvolvimento sustentável e expandir as oportunidades oferecidas.</p>
<p>Os conteúdos serão produzidos de forma colaborativa, incluindo seções de notícias, eventos e serviços. Além disso, a equipe de redatores atualizará as informações noticiosas do portal, relativas ao que acontece em BH e cidades do interior representativas em suas regiões, nos campos da cultura, sociedade e política. O serviço “Carona solidária” abrirá os caminhos para as diferentes cidades.</p>
<p>Inicialmente, participarão do projeto 15 comunidades, do mesmo número de cidades do interior que tenham grande representatividade na região onde se inserem e na capital mineira. A ideia é, com um ano de atividade, ampliar esse número para o total de 30 participantes. A escolha das cidades decorrerá de pesquisa dos dados de migração do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e de outras instituições.</p>
<p>A equipe de trabalho, com escritório em Belo Horizonte, será composta de uma dupla de redatores, além de relações públicas, designer, produtora, programador e diretora de conteúdo. E, para incentivar a participação, já estão previstas parcerias com escolas, universidades, prefeituras e instituições, além de ações diferenciadas de marketing e divulgação, como a realização de vídeos virais e a promoção de concursos culturais.</p>
<p>O encontro dos integrantes, durante o curso do ODC, renderá muitos frutos; juntos, pretendem ir longe: além do site Confrarias Gerais, desenvolvem outros projetos, em fase de abertura da empresa Nozzx 4 que vem ampliar a atuação na área da cultura. Atualmente, a equipe pesquisa sobre as cidades inicialmente contempladas, desenvolvem mapa do site, criação da logomarca e identidade visual do projeto. Este mês, concluem pesquisa de amostragem com pessoas que vieram do interior e moram em BH, para identificar demandas e necessidades do público alvo.</p>
<p>“Nosso grupo está muito confiante no sucesso do projeto, tanto que estamos desenvolvendo algumas etapas antes mesmo de viabilizarmos o patrocínio. O nosso objetivo é colocar o site no ar ainda esse semestre”, enfatiza Sofia. Também estamos vislumbrando vários desdobramentos para o projeto, como a realização de concursos culturais mensais com temas diferenciados, a realização de um documentário e a criação de uma revista. Além disso, temos a intenção de, no futuro, buscar parcerias e verba fora das leis de incentivo”, adianta.</p>
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		<title>Curso do ODC tem mais de 450 inscritos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:09:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>

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		<description><![CDATA[Turma é composta por 55 alunos; Aulas acontecem até junho, no Palácio das Artes  As inscrições para o Curso Gestão e Desenvolvimento Cultural, oferecido pelo ODC, no Palácio das Artes, foram realizadas no período de 14 a 28 de março. O total de 462 pessoas se inscreveu para participar, o que revela a busca pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Aula-inaugural-2.jpg" rel="lightbox[2133]" title="Aula inaugural 2"><img class="alignleft size-medium wp-image-2175" title="Aula inaugural 2" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Aula-inaugural-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Turma é composta por 55 alunos;</em></p>
<p align="center"><em>Aulas acontecem até junho, no Palácio das Artes<span id="more-2133"></span></em></p>
<p><em> </em>As inscrições para o Curso Gestão e Desenvolvimento Cultural, oferecido pelo ODC, no Palácio das Artes, foram realizadas no período de 14 a 28 de março. O total de 462 pessoas se inscreveu para participar, o que revela a busca pela capacitação na área e a falta de uma política permanente de formação de gestores. Destas, 125 foram pré-selecionadas e participaram de uma aula presencial, no último dia 9, como parte do processo seletivo, finalizado com o sorteio de 48 nomes para compor a turma de 55 alunos. Além dos selecionados, a turma é composta por dois produtores e cinco funcionários do Palácio das Artes.</p>
<p>Durante a abertura, José Oliveira Júnior, um dos professores e coordenadores do ODC, frisou a necessidade de cada um reconhecer a responsabilidade e o compromisso com a vaga conquistada. “Em Belo Horizonte, a equipe do ODC oferece o curso gratuitamente, pois sabemos da importância das atividades realizadas na capital para todo o Estado. Quem participa deve ter disponibilidade para frequentar todas as aulas, para aprofundar em todos os temas debatidos, além de pensar a cidade de forma ampla e coletiva”, disse.</p>
<p>O curso tem como objetivo a formação de gestores culturais comprometidos com o desenvolvimento humano e voltados para metodologias coletivas e colaborativas, além de domínio tanto de questões técnicas, quanto conceituais e gerenciais da cultura. Há dois semestres, é oferecido em parceria com a Fundação Clóvis Salgado (FCS) sem patrocínio e investimentos financeiros, com base na ação voluntária, respondendo à significativa demanda por parte de interessados de várias áreas, dentre elas, arte, educação, comunicação e administração.</p>
<p>Esta edição será composta por três módulos, somando 48 h/aula, onde serão discutidos temas atuais ligados à política cultural no país, mecanismos de financiamento, gerência de projetos, dentre outros. As aulas acontecem às terças e quintas-feiras, das 19h às 22h, na Sala Juvenal Antunes, no Palácio das Artes, e são ministradas pelos professores José Márcio Barros, José Oliveira Júnior, Priscilla D’Agostini e Sheilla Piancó, da equipe do ODC, além de convidados.</p>
<p>Os participantes do curso integram à Rede da Diversidade Cultural, um ambiente virtual onde o contato entre os alunos favorece a troca de informações e a mobilização em torno de assuntos que envolvam o curso ou a gestão cultural.</p>
<p><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Aula-inaugural-6.jpg" rel="lightbox[2133]" title="Aula inaugural 6"><img class="alignleft size-medium wp-image-2176" title="Aula inaugural 6" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Aula-inaugural-6-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Inscrições: “Diversidade Cultural e Cooperação para o Desenvolvimento”</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 19:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade; Cubatão; Desenvolvimento; Cooperação]]></category>

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		<description><![CDATA[Curso será realizado pelo ODC, em Cubatão, incluindo seminários, oficinas e palestras Estão abertas as inscrições para o curso “Diversidade Cultural e Cooperação para o Desenvolvimento”, que acontece no período de 24 de maio a 1º de setembro, em Cubatão (SP). São oferecidas 50 vagas a profissionais e conselheiros da Cultura e de Defesa do Patrimônio Cultural, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/logo_curso-cubatao.jpg" rel="lightbox[2112]" title="Print"><img class="alignleft size-medium wp-image-2113" title="Print" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/logo_curso-cubatao-300x110.jpg" alt="" width="300" height="110" /></a><em>Curso será realizado pelo ODC, em Cubatão, incluindo seminários, oficinas e palestras<span id="more-2112"></span></em></p>
<p style="text-align: left;">Estão abertas as <a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/inscricoes">inscrições</a> para o curso “Diversidade Cultural e Cooperação para o Desenvolvimento”, que acontece no período de 24 de maio a 1º de setembro, em Cubatão (SP). São oferecidas 50 vagas a profissionais e conselheiros da Cultura e de Defesa do Patrimônio Cultural, bem como educadores, líderes comunitários e interessados.</p>
<p style="text-align: left;">O candidato pode se inscrever, gratuitamente, em todos os módulos: até o dia 22 de maio, para a primeira etapa; e até uma semana antes de cada oficina. A programação abrange os eixos conceitual e prático, com o objetivo de ampliar as ações formativas para promoção da Diversidade Cultural na região da Baixada Santista. O curso é realizado pelo ODC, com patrocínio da Usiminas, por meio do ProAC &#8211; Lei de Incentivo à Cultura de SP, e apoio da Secretaria de Cultura de Cubatão. A produção é da Mina Cultural.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Abertura</strong></p>
<p style="text-align: left;">No último dia 23 de abril, o coordenador do Observatório, José Márcio Barros, realizou, em Cubatão, abriu as atividades do curso com a palestra Mediação e Diversidade Cultural. “Buscamos ampliar a capacidade de observação sobre a própria realidade, tendo como referência os princípios da diversidade de expressões culturais, tanto no ambiente governamental quanto da sociedade civil”, afirma o coordenador do ODC.</p>
<p style="text-align: left;">O curso enfatiza a importância das práticas colaborativas para o desenvolvimento humano. “A diversidade está diretamente ligada ao desenvolvimento humano e esse desenvolvimento só acontece de forma coletiva e colaborativa. Está aí, portanto, a necessidade de termos gestores desta Diversidade, mas que compreendam também como legítima a diversidade de modos de gerir, gerenciar esta mesma diversidade”, completa Barros.</p>
<p style="text-align: left;"> <strong>Qualificação</strong></p>
<p style="text-align: left;">Segundo o secretário municipal de Cultura e ex-aluno do curso Gestão e Desenvolvimento Cultural (ODC), Welington Ribeiro Borges, a intenção é proporcionar aos agentes culturais uma melhor qualificação nos diversos segmentos. “Temos certeza de que o resultado de todo o processo ampliará a visão do participante que poderá utilizar diversos outros instrumentos na realização de seus projetos”, afirma.</p>
<p style="text-align: left;">Borges considera oportuna a realização do curso porque a cidade está iniciando o processo de implementação da Rede pela Diversidade Cultural, que prevê a realização de censo cultural, formação de jovens e adultos por meio de capacitação e fóruns, produção e co-produção de eventos temáticos.“Já estamos trabalhando com setores da Administração, como Secretaria de Educação, de Cidadania e Inclusão Social e Coordenadorias Especiais de Igualdade Racial e Étnica, Políticas para a Juventude e outros parceiros”, informa o secretário.</p>
<p style="text-align: left;">Confira <a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/arquivos/quadro_cubatao_temas_professores_ementas.pdf">aqui</a> os temas, professores, ementa e resultados do curso.</p>
<p style="text-align: left;"> <strong>Seminários</strong></p>
<p style="text-align: left;">É recomendada a participação em todos os temas do bloco seguinte:</p>
<table class="alignleft" width="508" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="366"> <strong>TEMA</strong></td>
<td width="142"><strong>DATA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Cultura, Diversidade e Desenvolvimento</td>
<td width="142">24 a 26/05</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Políticas Públicas para a Diversidade</td>
<td width="142">14 a 16/06</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Educação para a Diversidade</td>
<td width="142">21 a 23/06</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Comunicação e Diversidade</td>
<td width="142">06 a 07/07</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;"> <strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Oficinas e palestras<br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;">Inscrições até uma semana antes da oficina, com preferência aos inscritos nos seminários.</p>
<table class="alignleft" width="508" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="366"><strong>TEMA</strong></td>
<td width="141"><strong>DATA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Leitura, Escrita e suas mediações</td>
<td width="141">01 e 02/06</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Processos criativos com palavra e imagem</td>
<td width="141">29 a 30/06</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Criar e empreender na diversidade</td>
<td width="141">14/07</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Cena Negra Contemporânea</td>
<td width="141">03 a 04/08</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Produção Cultural</td>
<td width="141">10 a 11/08</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Projetos Culturais para a Diversidade</td>
<td width="141">17 a 18/08</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Oficina mídias móveis e Diversidade</td>
<td width="141">24 a 25/08</td>
</tr>
<tr>
<td width="366">Painel Diálogos interculturais</td>
<td width="141">31/08 a 01/09</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;"><strong>Curso &#8220;Diversidade Cultural e Cooperação para o Desenvolvimento&#8221;<br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Realização:</strong> ODC</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Patrocínio:</strong> Usiminas, por meio do ProAC &#8211; Lei de incentivo à Cultura de SP</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Apoio:</strong> Secretaria de Cultura de Cubatão</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Produção: </strong>Mina Cultural</p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://observatoriodadiversidade.org.br/site/inscricoes-abertas-para-o-curso-%e2%80%9cdiversidade-cultural-e-cooperacao-para-o-desenvolvimento%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Diálogos Culturais</title>
		<link>http://observatoriodadiversidade.org.br/site/dialogos-culturais/</link>
		<comments>http://observatoriodadiversidade.org.br/site/dialogos-culturais/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 15:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle Lucena</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade e Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[PMC]]></category>
		<category><![CDATA[PNC]]></category>

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		<description><![CDATA[Belo Horizonte na construção de seu Plano Municipal de Cultura Na próxima terça-feira (17), será realizada uma edição especial do projeto “Diálogos Culturais”, uma importante etapa do processo de construção do Plano Municipal de Cultura de Belo Horizonte. O encontro, aberto ao público, acontecerá a partir das 19horas, no Teatro Marília. A realização é da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/dialogos-culturais.jpg" rel="lightbox[2102]" title="dialogos culturais"><img class="alignleft size-full wp-image-2103" title="dialogos culturais" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/dialogos-culturais.jpg" alt="" width="258" height="220" /></a>Belo Horizonte na construção de seu Plano Municipal de Cultura<span id="more-2102"></span></p>
<p>Na próxima terça-feira (17), será realizada uma edição especial do projeto “Diálogos Culturais”, uma importante etapa do processo de construção do Plano Municipal de Cultura de Belo Horizonte. O encontro, aberto ao público, acontecerá a partir das 19horas, no Teatro Marília. A realização é da prefeitura de Belo Horizonte, que integra um projeto do Ministério da Cultura, em parceria com a Universidade Federal da Bahia.</p>
<p>Para o debate, estarão presentes Silvestre Ferreira, Presidente da Fundação Cultural de Joinville (SC); Vicente Federico, Coordenador Técnico do Núcleo Central Executivo do Projeto &#8211; Universidade Federal da Bahia; e José Márcio Barros, coordenador do Observatório da Diversidade Cultural e consultor da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, de Rio Branco, para construção do Plano Municipal de Cultura da capital acreana.</p>
<p>O projeto “Diálogos Culturais” teve início no ano passado, com a proposta de promover debates sobre as políticas públicas de cultura, com a participação de convidados locais e nacionais, especialistas, técnicos, usuários e gestores de cultura.</p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://observatoriodadiversidade.org.br/site/dialogos-culturais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ODC divulga pré-selecionados para o curso Desenvolvimento e Gestão Cultural</title>
		<link>http://observatoriodadiversidade.org.br/site/odc-divulga-lista-dos-pre-selecionados-para-o-curso-desenvolvimento-e-gestao-cultural/</link>
		<comments>http://observatoriodadiversidade.org.br/site/odc-divulga-lista-dos-pre-selecionados-para-o-curso-desenvolvimento-e-gestao-cultural/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 15:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Curso Desenvolvimento e Gestão Cultural]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://observatoriodadiversidade.org.br/site/?p=2071</guid>
		<description><![CDATA[Na próxima segunda-feira, dia 9 de abril, às 19h, acontece a aula inaugural do curso e a finalização do processo seletivo. A aula será realizada na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Confira a relação dos candidatos pré-selecionados: PRÉ-SELECIONADOS EM ORDEM ALFABÉTICA 1 Alessandra Cecilio Fonseca 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Email-MKT-BH2.jpg" rel="lightbox[2071]" title="Email MKT BH2"><img class="alignleft size-medium wp-image-2074" title="Email MKT BH2" src="http://observatoriodadiversidade.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Email-MKT-BH2-135x300.jpg" alt="" width="135" height="300" /></a><em></em></p>
<p>Na <em>próxima segunda-feira, dia 9 de abril, às 19h, acontece a aula inaugural do curso e a finalização do processo seletivo<span id="more-2071"></span>. <!--more-->A aula será realizada na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes<!--more--></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a relação dos candidatos pré-selecionados:</p>
<p><strong>PRÉ-SELECIONADOS EM ORDEM ALFABÉTICA</strong></p>
<table width="655" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="611">Alessandra Cecilio Fonseca</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="611">Aline Marcia de Melo Teixeira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">3</p>
</td>
<td width="611">Alison Barbosa de Souza</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">4</p>
</td>
<td width="611">Ana Carolina Pedrosa Pontes</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="611">Ana Cecilia Silva Corgosinho</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">6</p>
</td>
<td width="611">Ana Cecília Augusta de Assis</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">7</p>
</td>
<td width="611">Ana Cristina Corrêa da Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">8</p>
</td>
<td width="611">Ana Leticia Oliveira Goulart</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">9</p>
</td>
<td width="611">Ana Lúcia Miwa Teixeira Kobayashi</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">10</p>
</td>
<td width="611">Ana Luiza Teixeira Neves</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">11</p>
</td>
<td width="611">Ana Marina de Castro Costa</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">12</p>
</td>
<td width="611">Ana Paula Reis</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">13</p>
</td>
<td width="611">André Catão Heneine</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">14</p>
</td>
<td width="611">André Luiz de Castro</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">15</p>
</td>
<td width="611">Andréa de Souza Senna Costa</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">16</p>
</td>
<td width="611">Andreia Cristina Rodrigues</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">17</p>
</td>
<td width="611">Andressa Cristina Castro Romão</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">18</p>
</td>
<td width="611">Anna Angélica dos Reis Soares</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">19</p>
</td>
<td width="611">Anne Pattrice Monteiro Dorico</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">20</p>
</td>
<td width="611">Bernardo de Lima Gondim</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">21</p>
</td>
<td width="611">Bruna Ribeiro Sampaio</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">22</p>
</td>
<td width="611">Bruno Augusto Lucide</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">23</p>
</td>
<td width="611">Carina  Aparecida Lima</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">24</p>
</td>
<td width="611">Carla Lima ferreira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">25</p>
</td>
<td width="611">Carloman Weliton Soares Bonfim</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">26</p>
</td>
<td width="611">Carlos Frederico Silva Carmo Torres</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">27</p>
</td>
<td width="611">Cecília Galvão Fonseca</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">28</p>
</td>
<td width="611">Christine Veras de Souza</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">29</p>
</td>
<td width="611">Cláudia Giúza Walleska Ferreira Ribeiro</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">30</p>
</td>
<td width="611">Cláudio Valentin da Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">31</p>
</td>
<td width="611">CRISTIANE VIEIRA DE SOUSA</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">32</p>
</td>
<td width="611">Cristiano Junio Leite</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">33</p>
</td>
<td width="611">Daniele Groenner Barbosa Bretas</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">34</p>
</td>
<td width="611">Dayse Karine Gomes Rodrigues</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">35</p>
</td>
<td width="611">Diego Souza Hemetrio</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">36</p>
</td>
<td width="611">Diogo Corgosinho Borges</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">37</p>
</td>
<td width="611">Elaine Machado da Costa</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">38</p>
</td>
<td width="611">Emerson de Paula Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">39</p>
</td>
<td width="611">Ester Antonieta Santos</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">40</p>
</td>
<td width="611">Fabricio José Santos Caetano</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">41</p>
</td>
<td width="611">Felipe Henriques Cardoso</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">42</p>
</td>
<td width="611">Fernanda Jussara Soares</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">43</p>
</td>
<td width="611">Fernanda Sampaio Piacezzi Vieira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">44</p>
</td>
<td width="611">Fernando Marcos Penido</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">45</p>
</td>
<td width="611">Flávia Carolline de Lima Leão</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">46</p>
</td>
<td width="611">Flávio Durval de Lacerda</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">47</p>
</td>
<td width="611">Frederico Diniz Oliveira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">48</p>
</td>
<td width="611">George Henrique Rubadel da Silva Salvador</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">49</p>
</td>
<td width="611">Gilmara Gonçalves Oliveira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">50</p>
</td>
<td width="611">Gustavo Henrique de Souza Campos</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">51</p>
</td>
<td width="611">Gustavo Santos Monteiro</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">52</p>
</td>
<td width="611">Hebert Barreto</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">53</p>
</td>
<td width="611">Helena M.Honorato</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">54</p>
</td>
<td width="611">Ianne Carolina Ferreira da Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">55</p>
</td>
<td width="611">Isaac Lopes Garcia</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">56</p>
</td>
<td width="611">Izabel Gandra Kackmarkiewicz Jantalia Macedo</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">57</p>
</td>
<td width="611">Izabella Leão Magalhães</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">58</p>
</td>
<td width="611">Izzabella Andrade Camoos</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">59</p>
</td>
<td width="611">Jabez Souza Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">60</p>
</td>
<td width="611">janaina thais rodrigues Luiz</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">61</p>
</td>
<td width="611">Jésus Natalino de Almeida</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">62</p>
</td>
<td width="611">Joana de Castro Boechat</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">63</p>
</td>
<td width="611">Joanir Martins de Oliveira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">64</p>
</td>
<td width="611">João Marcos Washington de Almeida</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">65</p>
</td>
<td width="611">João Rafael Lopes</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">66</p>
</td>
<td width="611">Jorge de Morais Quintão Jr</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">67</p>
</td>
<td width="611">José Wilson Martins Júnior</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">68</p>
</td>
<td width="611">JULIANA RIBEIRO</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">69</p>
</td>
<td width="611">Júnie Fátima Borges Soares de Sá</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">70</p>
</td>
<td width="611">Kelly Christine Barbosa</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">71</p>
</td>
<td width="611">kenya Janina Costa carvalho</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">72</p>
</td>
<td width="611">Leandro Souza de Jesus</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">73</p>
</td>
<td width="611">Leonardo Alexandre Santiago</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">74</p>
</td>
<td width="611">Lina Mintz Dias</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">75</p>
</td>
<td width="611">Lívia Camargos Brito</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">76</p>
</td>
<td width="611">Lívia Chagas Feliciano</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">77</p>
</td>
<td width="611">Lívia Monteiro Moreira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">78</p>
</td>
<td width="611">Lúcia Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">79</p>
</td>
<td width="611">Luiza Firmato Esteves Menta</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">80</p>
</td>
<td width="611">Luzia dos santos Maurin</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">81</p>
</td>
<td width="611">Mara Mattos Cardoso</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">82</p>
</td>
<td width="611">Marcela Helena Lopes</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">83</p>
</td>
<td width="611">Marcos José Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">84</p>
</td>
<td width="611">Márcio Ângello Ferreira de Oliveira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">85</p>
</td>
<td width="611">Marcos Vinícius de Souza Mendes</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">86</p>
</td>
<td width="611">Marcus Paranhos Duarte Antunes Pessoa Guimarães</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">87</p>
</td>
<td width="611">Maria Clara Di Lorenzo</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">88</p>
</td>
<td width="611">Maria Goretti Gabrich Fonseca Freire Ramos</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">89</p>
</td>
<td width="611">Maria Tereza Natalino Dias</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">90</p>
</td>
<td width="611">Mariana Braga Melgaço de Morais</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">91</p>
</td>
<td width="611">Marina Guimarães de Faria</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">92</p>
</td>
<td width="611">Marina Guitti Bessa</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">93</p>
</td>
<td width="611">Marina Mazzoni</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">94</p>
</td>
<td width="611">Michelle Sabrina da Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">95</p>
</td>
<td width="611">Milena de Carvalho Mendes</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">96</p>
</td>
<td width="611">Naiara Napoli</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">97</p>
</td>
<td width="611">Nilton César da Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">98</p>
</td>
<td width="611">Nilton Junior Melo de Jesus</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">99</p>
</td>
<td width="611">Patrícia Barcellos Guimarães</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">100</p>
</td>
<td width="611">Paulo Emílio</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">101</p>
</td>
<td width="611">Paulo mauricio de Carvalho</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">102</p>
</td>
<td width="611">Pedro Ivo Rodrigues Soares</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">103</p>
</td>
<td width="611">Pedro Lago</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">104</p>
</td>
<td width="611">Potiguar José de Castro</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">105</p>
</td>
<td width="611">Priscilla Glenda Rodrigues Martins</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">106</p>
</td>
<td width="611">Raissa Anastásia de Souza Melo</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">107</p>
</td>
<td width="611">Renata de Oliveira Braga dos Santos</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">108</p>
</td>
<td width="611">Renato Gomes Soares</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">109</p>
</td>
<td width="611">Rochelle Pestana da Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">110</p>
</td>
<td width="611">Rodrigo Furtini Cardoso</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">111</p>
</td>
<td width="611">Rosana Ferreira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">112</p>
</td>
<td width="611">Rosangela Paixão Fajardo</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">113</p>
</td>
<td width="611">Rosicléia Henriques da Silva Pereira</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">114</p>
</td>
<td width="611">Rosilda Figueiredo Magalhaes</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">115</p>
</td>
<td width="611">Sulamita Hannah Batista Theodoro</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">116</p>
</td>
<td width="611">Tatiana da Silva Gomes</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">117</p>
</td>
<td width="611">Tamiris Hilario de Lima Batista</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">118</p>
</td>
<td width="611">Thaís Silvestrini Pacheco</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">119</p>
</td>
<td width="611">Thiago Augusto E.Guedes Reis</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">120</p>
</td>
<td width="611">Thiago Faria Moura</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">121</p>
</td>
<td width="611">Tiago de Almeida Santos</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">122</p>
</td>
<td width="611">Vinicius Santos da Silva</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">123</p>
</td>
<td width="611">Vitor Bedeti Gomes</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">124</p>
</td>
<td width="611">Yuri Augusto Russo Goncalves Pinto</td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap" width="44">
<p align="center">125</p>
</td>
<td width="611">Zenólia Caires Neta</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cronograma do curso:</strong></p>
<p><strong>Dias e Horários:</strong> Terças e quintas das 19h às 22h30</p>
<p><strong>Local:</strong> Sala de Educação Continuada do Palácio das Artes – Av. Afonso Pena 1537</p>
<p><strong>Duração:</strong> 10 de abril a 12 de junho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conteúdo programático: </strong></p>
<p><strong>Carga horária total:</strong> 64h/aula</p>
<p><strong>MÓDULO 1:</strong></p>
<p>16 horas</p>
<p><strong>Temas atuais e a agenda da cultura no Brasil:</strong></p>
<p>· Políticas Públicas de Cultura – Sistema e Plano Nacional de Cultura</p>
<p>· Cultura em MG e  BH – debate sobre a atual conjuntura</p>
<p><strong>MÓDULO 2:</strong></p>
<p>16 horas</p>
<p><strong>Financiamento da Cultura:</strong></p>
<p>· Leis de Incentivo à Cultura</p>
<p>· Fundos</p>
<p>· Editais</p>
<p>· Mercado</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MÓDULO 3:</strong></p>
<p>16 horas</p>
<p><strong>Gerência de projetos  e espaços culturais:</strong></p>
<p>· Aspectos jurídicos e administrativos em espaços culturais</p>
<p>· Aspectos jurídicos e administrativos desde a pré-produção até a pós-produção de projetos e programas culturais</p>
<p><strong>MÓDULO 4:</strong></p>
<p>16 horas</p>
<p><strong>Produção Cultural:</strong></p>
<p>· O papel do produtor</p>
<p>· Etapas e áreas que envolvem uma produção cultural</p>
<p>· Execução orçamentária e construção de planilhas</p>
<p>· Mecanismos de avaliação e monitoramento de projetos<strong></strong></p>
<p>Mais informações:info@observatoriodadiversidade.org.br</p>
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