odc_site_peças gráficas_destaque1

odc_site_peças gráficas_destaque2

odc_site_peças gráficas_destaque3

 

 

odc_site_peças gráficas_destaque4

 

 

odc_site_peças gráficas_destaque5

 

 

odc_site_peças gráficas_destaque6

odc_site_peças gráficas_destaque7

odc_site_peças gráficas_destaque8

Estudo da UNICEF revela que perigos na terra natal são principal causa de migração de crianças

Em relatório que avalia os motivos dos movimentos de migração infantil, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que 75% dos jovens migrantes e refugiados vivendo na Europa tiveram que deixar seus países de origem desacompanhados.

A maioria, porém, é motivada principalmente por perigos nas comunidades de origem e não pelo desejo de ir para o território europeu, diz a pesquisa lançada em julho deste ano. A porta-voz da agência Organização das Nações Unidas (ONU), Sarah Crowe, comenta que “o mais notável do novo estudo é que há muitos mais fatores de repulsão, que forçam crianças a abandonarem suas casas, seja por conflitos ou por violência doméstica, do que fatores de atração, que as atraem para a Europa, e este fato vai contra o atual discurso”.

Para a pesquisa foram entrevistados crianças e adolescentes, refugiados e migrantes, na Itália. Nos seis primeiros meses de 2017, 12.239 menores de idade chegaram ao país, sendo que 93% viajavam sozinhos e a maior parte eram homens adolescentes. Já na Grécia, a maioria das crianças foi enviada pelos pais ou estava acompanhada por eles.

A pesquisa também mostrou que, do total de crianças que chegaram à Líbia, 63% abandonaram o país devido à violência generalizada e ao trauma que sofreram ou testemunharam. “Como um dos jovens gambianos disse (à pesquisa), ‘se você tem um leão atrás e o mar na frente, você opta pelo mar’”, conta Crowe.

Uma em cada cinco meninas entrevistadas fugiu por causa do casamento infantil nas suas comunidades.

 

Imagem: UNICEF/Gilbertson

Link permanente para este artigo: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/estudo-da-unicef-revela-que-perigos-na-terra-natal-sao-principal-causa-de-migracao-de-criancas/

Lei Maria da Penha completa 11 anos e ganha “contador” de agressões

Nesta segunda-feira (7), quando a Lei Maria do Penha completou 11 anos de existência, o Instituto Maria da Penha lançou uma campanha para chamar atenção sobre os números da violência contra a mulher no Brasil. A ação “Relógios da violência” faz uma contagem a cada minuto do número de mulheres agredidas física ou verbalmente no país.

O objetivo da campanha é incentivar as denúncias por parte tanto das vítimas como de pessoas que testemunharem a violência, que pode ser física, psicológica, sexual, moral e até patrimonial.

Aqueles que quiserem participar da divulgação podem acessar o site e compartilhar os dados da campanha nas redes sociais, com a hashtag #TáNaHoraDeParar. O site também apresenta vídeos de debates sobre o tema.

Aproveitando a comemoração da data, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também está promovendo uma mobilização no Twitter com a hashtag #SouMulherE.

O nome da Lei nº 11.340 é em homenagem à farmacêutica cearense Maria da Penha, atualmente uma das principais ativistas na luta pelo fim da violência contra a mulher. Maria foi vítima do próprio marido e ficou paraplégica após as agressões.

De acordo com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), a Central de Atendimento à Mulher registrou, em 2016, 1.133.345 atendimentos. O número foi 51% superior ao de 2015 (749.024). Uma atualização das estatísticas sobre as agressões no país deve ser feita, ainda esta semana, pela secretaria. A central pode ser acionada pelo telefone 180.

 

Educação

A advogada Isadora Vier, especializada na área de gênero dentro do direito penal, defende que é necessário haver uma educação social quanto ao que é violência, explicando que o termo também abrange agressões psicológicas, verbais e patrimoniais.

Atualmente, a pesquisadora desenvolve um projeto de educação de gênero na Universidade Estadual de Maringá. “A própria lei diz que é obrigatória essa educação. Sem dúvida, é o caminho mais potente de todas as ações porque, além de disseminar esse conhecimento, diminui ocorrências. É um trabalho que requer que todas as instâncias da sociedade sejam conclamadas”, diz Isadora.

 

Imagem: Portal Relógios da Violência

Link permanente para este artigo: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/lei-maria-da-penha-completa-11-anos-e-ganha-contador-de-agressoes/

Harvard tem maioria “não branca” de calouros pela primeira vez

Em 380 de história da universidade norte-americana nunca houve minoria caucasiana. O percentual de estudantes não brancos que entrarão este ano é de 50,8%. Em comparação, em 2016, o total das outras etnias era de 47,3%.

A porcentagem de americanos descendentes de asiáticos é de 22,2%, em seguida vêm os afroamericanos (14,6%). Estudantes latinos e hispânicos correspondem a 11,6% dos ingressantes. Já os com descendência dos índios americanos e dos habitantes das ilhas do Pacífico são 2,5% no total.

O marco foi divulgado poucos dias após a instituição ser envolvida em polêmica sobre ações afirmativas junto ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos e a publicação New York Times. No início do mês, o jornal afirmou em reportagem que o departamento pretende processar universidades que apresentem ações afirmativas, sobre a prerrogativa de que essas práticas discriminam candidatos brancos.

O órgão explicou que não tinha planos de investigar os critérios raciais das universidades. No entanto, o documento ao qual o jornal se referia dizia respeito a uma denúncia feita em 2015 por grupos de estudantes de descendência asiática.

A acusação era contra Harvard e outras universidades da Ivy League – conjunto de oito instituições mais prestigiadas nos EUA, incluindo Brown, Princeton e Columbia – reclamando sobre o sistema de cotas excluir alunos asiáticos com bom desempenho nas provas.

A Suprema Corte proibiu o uso de cotas raciais para admissão nas universidades, mas permitiu que raça seja um dos critérios de “análise holística”.

Rachel Dane, representante de Harvard, disse que a instituição estava “comprometida em matricular turmas com diversidade”.

 

Imagem: Portal Folha de São Paulo

Link permanente para este artigo: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/harvard-tem-maioria-nao-branca-de-calouros-pela-primeira-vez/

Posts mais antigos «

» Posts mais novos