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Encontro ODC no XVIII Enecult

O XVIII Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult) recebeu vários integrantes do Observatório da Diversidade Cultural (ODC). Estavam presentes o coordenador José Márcio Barros (UEMG/ PUC MG) que, ao lado José Rogério Lopes (Unisinos) coordenou o GT de Diversidade Cultural. Também estavam presentes José Júnior Oliveira, Juan Ignacio Brizuela, Ana Paula do Val, Kátia Maria de Sousa Costa, Jocastra Holanda Bezerra, Plínio Rates, Giulina Kauark, Rafael Aquino e Carlos Vinícius Pereira Lacerda.

Além da comunicação oral feita pela maioria dos integrantes do ODC – confira aqui os artigos apresentados -, o congresso também viabilizou um encontro entre os presentes em Salvador. No encontro, foram discutidas as possibilidades de parceria com o grupo LapCAB (Unisinos) e UFCA (Cariri); outras parcerias; foram relembrados os eixos de atuação do ODC e cada integrantes apresentou relatos sobre suas atuais pesquisas, contribuições para o grupo e proposições para o futuro.

Dessa forma, o encontro foi uma ótima oportunidade de estreitar os laços entre os integrantes do grupo – alguns deles não se conheciam pessoalmente – e, em conjunto, refletir e apresentar propostas para sem consolidadas no ano de 2018. Entre os projetos vislumbrados estão a retomada da Revista ODC, a realização de um seminário e novas formas de estimular a formação em diversidade cultural.

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Encontro de grupos no XVIII Enecult: ODC, LaPCAB e Observatório Cariri

O XVIII Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult) reuniu pesquisadores de diversas regiões do país de forma transversal e multidisciplinar em torno de comunicação livre, simpósios, minicursos e lançamentos de livros. Nessa esteira, também foi realizado o encontro entre os grupos Observatório da Diversidade Cultural (ODC/UEMG/UFBa), LaPCAB – Laboratório de Políticas Culturais e Ambientais no Brasil (UNISINOS/UNITAU/UNIFEI) e do Observatório Cariri de Práticas e Políticas Culturais (UFCA) no dia 14 de setembro, na sala 104, do CAP III.

Integrantes de cada um dos grupos se encontraram com o objetivo de criar uma rede de pesquisadores em diversidade e para pensar em uma articulação e ação colaborativa entre grupos de pesquisa.

Após uma breve apresentação, na qual foram relacionados a história, andamento das pesquisas e eixos de atuação para que os presentes pudessem conhecer melhor a área de atuação dos grupos, foram abordados aspectos nos quais os grupos poderiam se articular e os desafios relacionados à pesquisa, no qual o acesso a informação e à indicadores se apresentou com uma das principais delas.

Importante ressaltar que o próprio conceito de diversidade foi tema de discussão além da necessidade de se pensar em transdisciplinaridade para o entrelaçamento dos objetos dos grupos presentes. O primeiro contato entre os grupos mostrou-se frutífero e apontou aberturas para que sejam construídos laços e potencialmente outras atuações em comum. Uma conversa que segue…

 

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Mais um ato de intolerância

 

Depois do cancelamento da exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, no Santander Cultural de Porto Alegre, uma nova onda se move pela internet, mas desta vez, para a reabertura da mostra. Foi iniciado uma abaixo-assinado virtual no site Change.org como forma de pressionar a instituição a retornar com as obras e, dessa forma, reparar o desserviço à sociedade feito pela empresa ao encerrar a exposição.

 

Entenda o caso

Depois de receber diversas reclamações sobre o conteúdo das obras apresentadas na mostra de curadoria de Gaudêncio Fidelis e que reunia obras de 85 artistas sobre a questão LGBT, o Santander Cultural encerrou a exposição antes do previsto. Os acusadores – entre eles o MBL e o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (PSDB) – alegam que as obras faziam apologia à zoofilia, pedofilia e havia blasfêmia contra símbolos religiosos.  A movimentação intolerante à diversidade tomou as redes sociais e milhares de pessoas começaram desclassificar a página do centro cultural na Facebook.

 

Repercussão

A mostra ficaria em cartaz até o dia 8 de outubro e, além dos abaixo-assinado para seu retorno, gerou indignação. “A arte é o melhor lugar para debater. Eu vejo como preocupante esse tipo de movimento que impulsiona esse tipo de intransigência com o debate. Essas ideias de intolerância são incompatíveis com a arte. É uma censura”, afirmou ao El País o ex-presidente da Fundação Nacional de Artes e atual diretor executivo do Inhotim, Antonio Grassi.

O crítico de arte e antigo curador da Bienal de Artes de São Paulo Moacir dos Anjos também se posicionou pelo Facebook. “”Rumo ao passado. E que vergonhosa a nota do Santander, querendo justificar, valendo-se de hipócrita retórica corporativa, o ato de censura que cometeu. Viva a diversidade!”.

Ao jornal O Globo o curador alegou: “Já fiz duas bienais do Mercosul, nunca tinha visto algo parecido. As manifestações foram muito organizadas e se debruçaram sobre algumas obras muito específicas, que não dão a verdadeira dimensão da exposição. Esses grupos [de críticos] mostraram uma rapidez em distorcer o conteúdo, que não é ofensivo”.

A manifestação a favor do encerramento da exposição mostra a intolerância em relação a diversidade sexual e de gênero, além de esbarrar em questões fundamentais democráticas, como a liberdade de expressão que, nesse caso, vale ressaltar, está alinhada a interesses de um grupo minoritário que sofre diariamente as consequências de existir em um mundo hostil ao seu modo de vida e tem na arte um meio de ver expressa contornos de sua existência.

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