Previous Next

#BH121: seis exposições comemorativas estão em cartaz em BH

Fonte: Culturadoria

BH ganha neste mês seis exposições comemorativas. Elas celebram os 121 anos retratando temas singulares na história da cidade. Nelas o público poderá conhecer as influências dos povos africanos na construção do município e sobre a fundação de três quilombos urbanos. O visitante ainda poderá conhecer melhor as belezas dos jardins de Burle Marx, rememorar a atuação da TV Itacolomi, admirar um trabalho singular de arte contemporânea de Paulo Nazareth e conhecer como se construiu e desenvolveu o Teatro Marília.

Todas elas são gratuitas e ocuparão museus e espaços culturais da cidade. Confira:

“NDÉ! Trajetórias Afro-brasileiras em Belo Horizonte”

O Museu Histórico Abílio Barreto abriga a exposição que retrata a multiplicidade e a diversidade de contribuições africanas e afro-brasileiras para a construção da história de Belo Horizonte. No acervo estão imagens e vozes de mulheres e homens de origem africana em diversas situações. O projeto da exposição deriva da aparente contradição entre a preponderância da população afrodescendente no local, de sua invisibilidade nas narrativas historiográficas e na construção de memórias. Sendo assim, a mostra é composta por objetos textuais, iconográficos e audiovisuais. A exposição poderá ser visitada, de terça a domingo, das 10h às 17h, às quartas e quintas, das 10h às 18h30.

[ONDE] Museu Histórico Abílio Barreto – Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim – BH

Exposição Faca Cega – Foto: Ricardo Laf / Divulgação

“Faca Cega”

Do artista Paulo Nazareth a exposição ‘Faca Cega’ traz obras site-specific e outros trabalhos que dialogam com o território da Região Metropolitana de Belo Horizonte e com a história do Museu de Arte da Pampulha. Em sua produção artística, Paulo Nazareth nos faz refletir sobre o papel dos museus no mundo contemporâneo, sobretudo sobre a aproximação do público com a arte, a dessacralização do espaço museal e dos objetos. São mais de 40 obras em vários formatos, como desenhos, vídeos, coleções de objetos encontrados, fotografias e instalações. Elas ocuparão diversos espaços do Museu de Arte da Pampulha até o dia 31 de março. A visitação é de terça a domingo, das 9h às 18h.

[ONDE] Museu de Arte da Pampulha – Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha – BH

Exposição TV Itacolomi – Foto: Acervo Carlos Fabiano – MIS / Divulgação

“TV Itacolomi – A Pioneira de Minas”

Até dezembro de 2019 o Museu da Imagem e do Som abrigará em suas galerias a exposição que homenageia a primeira emissora de TV de Minas. A mostra viaja pela a trajetória da TV Itacolomi, reunindo fotografias, depoimentos, objetos e registros audiovisuais. Dessa maneira, o acervo mostra o contexto histórico, artístico e da comunicação da TV, de modo interativo, contemplativo e informativo. Na mostra o visitante pode ainda se conectar com cenários e personagens da emissora e reviver imagens. O MIS fica aberto ao público de segunda a sexta, das 9h às 18h e as terças, das 9h às 21.

[ONDE] Museu da Imagem e do Som – Av. Álvares Cabral, 560, Centro – BH

Exposição Teatro Marília – Foto: Arquivo Oito Mulheres / Divulgação

“Teatro em Construção: O Marília nos seus primeiros 20 anos”

Localizado na região hospitalar de BH, o Marília foi inaugurado em 1964 e é um dos três teatros públicos de BH. Palco de grandes apresentações, agora terá sua história retratada pela pessoa que inspirou seu nome. Marília Salgado, filha do ex-governador Clóvis Salgado. É ela quem assina a curadoria da exposição que conta a história do teatro nos seus primeiros anos por meio de textos curtos, imagens e lembranças da classe teatral. A mostra é baseada em três aspectos fundamentais da construção do teatro: o aspecto físico, o artístico e o político. A exposição poderá ser conferida até 3 de março de 2019, de segunda a quinta, das 10h às 18h e de sexta a domingo, das 10h às 20h.

[ONDE] Teatro Marília – Avenida Prof. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia – BH

Moderno Jardim Brasileiro – Foto Cassio Campos / Divulgação

 

“Moderno Jardim Brasileiro”

A exposição, que tem curadoria de Cássio Campos, contextualiza o jardim moderno brasileiro a partir da reprodução de projetos paisagísticos como por exemplo, o barroco francês, nos jardins do Palácio de Versailles. A exposição que ocupa a Casa do Baile, conta com projetos de diversos estados do país. Todos estão reproduzidos em mesas, com textos explicativos. Os trabalhos podem ser conferidos até julho de 2019, de terça a domingo, das 9h às 18h.

[ONDE] Casa do Baile – Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha – BH

Quilombo Manzo – Foto: Ricardo Laf / Divulgação

“Quilombos Urbanos e a Resistência Negra em Belo Horizonte”

Os acervos de três quilombos urbanos de Belo Horizonte compõem a exposição no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado. Na mostra, estão peças que registram o cotidiano das comunidades, suas manifestações religiosas, artesanato, culinária, entre outros aspectos culturais. A exposição pretende ser um espaço de problematização sobre o racismo e sobre o não-reconhecimento da cultura do outro. A visitação pode ser feita de terça a domingo, das 9h às 17h.

[ONDE] Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado – Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, Itapoã – BH

Link permanente para este artigo: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/bh121-seis-exposicoes-comemorativas-estao-em-cartaz-em-bh/

Declaração dos Direitos Humanos, 70 anos, é muito xingada, mas pouco lida

Fonte: Uol

Roupas de refugiados venezuelanos são queimadas durante conflito com moradores de Pacaraima (RR). Foto: Avener Prado/Folhapress

A importância dos direitos humanos rivaliza apenas com a ignorância de parte da sociedade sabre eles. Há um naco considerável de brasileiros que acredita que “direitos humanos” são um grupo de pessoas que ficam de um lado para o outro defendendo bandidos.

Essa é a consequência de anos de programas sensacionalistas na TV e no rádio que venderam a ideia de que essas organizações resumem os tais “direitos humanos”. Idéia, diga-se de passagem, distorcida. Porque tais entidades querem que sejam cumpridas todas as leis. Como as que dizem que o Estado não pode torturar e matar como fazem alguns bandidos.

Ou que direitos humanos são uma coisa de “comunista”. Ignoram que o texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o principal documento norteador desses princípios, teve forte influência das democracias liberais. E incluiu até o direito à propriedade privada, sob criticas dos países socialistas.

Esse preconceito também existe pela falta de tratamento sobre direitos humanos na sala de aula. Por ser um parâmetro curricular nacional deveria estar presente na educação básica de forma transversal – ou seja, tratado em todas as disciplinas.

Mas raramente está. E não é porque causa do equivoco chamado Escola Sem Partido, mas por conta da Escola Sem Recursos da Escola Sem Formação Continuada dos Professores, da Escola Sem Salários Decentes, da Escola Sem Alunos Motivados, da Escola Sem Livros, entre outros movimentos que dão muito certo por aqui desde sempre.

0 que são direitos humanos, afinal? Grosso modo, e aquele pacote básico de dignidade que você deve ter acesso simplesmente por ter nascido. Independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma. religião ou
qualquer condição.

Se esse pacote básico fosse respeitado, não haveria fome, crianças trabalhando, idosos deixados para morrer a própria sorte, pessoas vivendo sem um teto. Não teríamos uma taxa pornográfica de quase de 64 mil homicídios por ano, nem exploração sexual de crianças e adolescentes, muito menos trabalho escravo. Aos migrantes pobres seria garantida a mesma dignidade conferida a migrantes ricos. Todas as crenças seriam respeitadas e a não-crenças também.

A liberdade de expressão seria defendida, mas os incitadores de crimes contra a dignidade seriam responsabilizados. Se direitos humanos fossem efetivados, não teríamos mulheres sendo estupradas, negros ganhando menos do que brancos e pessoas morrendo por amar alguém do mesmo sexo. Teríamos a garantia de ar respirável e agua potável.

É claro que os direitos humanos não começam com o documento que completa 70 anos, nesta segunda (10). E uma longa caminhada pela história da humanidade, em que fomos pressionando governantes a não tolherem direitos civis e políticos, mas também para que o Estado agisse a fim de garantir direitos sociais, econômicos, culturais, ambientais.

Criança é obrigada a trabalhar na produção de tijolos no Paquistão

Mas tratemos da Declaração, nosso documento mais relevante, o mundo, ainda em choque com os horrores da Segunda Guerra Mundial, produziu a Declaração Universal dos Direitos Humanos para tentar evitar que esses horrores se repetissem. De certa forma, como mesmo objetivo, o Brasil, ainda olhando para as feridas de 21 anos de ditadura militar, sentou-se para escrever a Constituição Federal de 1988. Ambos não são documentos perfeitos, longe disso. Mas, com todos seus defeitos, ousam proteger a dignidade e a liberdade de uma forma que, se hoje sentássemos para formulá-los, não conseguiríamos.

E depois de grandes momentos de dor que estamos mais abertos para olhar o futuro e desejar que o sofrimento igual nunc a mais se repita. Desde então, não vivemos uma guerra como aquela entre 1939 e 1945, muito menos um período de exceção quanta 1964 e 1985. Acabamos nos acostumando. E esquecendo. E banalizando.

E, por isso, ao completar 70 anos de sua proclamação pela Assembleia Geral das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos tem sido vítima de ataques. Tal como a Constituição, que completou 30 anos em outubro. Elegemos líderes ao redor do mundo que chamam os direitos humanos de ultrapassados ou fake news quando, em verdade. E, por conta disso, esses princípios são mais necessários do que nunca.

Minha geração herdou esses textos – um de nossos avos e outro de nossos pais. Agora, precisamos ensinar a geração de nossos filhos sua própria história sob o risco de que o espírito presente em 1948 e 1988 se perca por desconhecimento.

Discursos misóginos, homofônicos, fundamentalistas e violentos têm atraído rapazes que, acreditando serem revolucionários e contestadores, na verdade agem de forma a manter as coisas como sempre foram. Creem que estão sendo subversivos lutando contra a “ditadura do politicamente correto” – que, na pratica, se tornou uma forma pejorativa de se referir aos direitos básicos que temos por termos nascido humanos.

Parte dos jovens também abraça esses discursos como reação as tentativas de inclusão de grupos historicamente excluídos, como mulheres, negros, população LGBTT. Há rapazes que veem na luta por direitos iguais por parte de suas colegas de classe ou de coletivos feministas uma perda de privilégios que hoje nos, os homens temos. Nesse contexto, influenciadores digitais, formadores de opinião e guias religiosos ajudam a fomentar, com seus discursos violentos e irresponsáveis, uma resposta agressiva dos rapazes a luta das jovens mulheres e outras minorias pelo direito básico a não sofrerem violência.

E exatamente nesses momentos de dificuldade que precisamos nos lembrar da caminhada que nos trouxe ate aqui. Para ter a clareza de que, mais importante do que reinventar todas as regras, é tirar do papel, pela primeira vez, a sociedade que um dia imaginamos frente aos horrores da guerra ou da ditadura. 0 que só se fará com muito diálogo e a promessa de garantia desse quinhão mínimo de dignidade.

Infelizmente, para algumas pessoas política e economicamente poderosas, os direitos humanos do alto de seus 70 anos, são vistos como um problema incomodo a ser imolado no altar do crescimento econômico ou em nome de Deus e da chamada “tradição”.

Portanto, devemos encarar todas as conquistas nessa área, desde 10 de dezembro de 1948, como portas que, depois de muito sacrifício, conseguimos abrir no muro da opressão e da injustiça. Portas que, se não forem monitoradas bem de perto, se fecharão novamente na nossa cara.

E o trabalho começa por explicar a toda pessoa que xinga os direitos humanos que, ao fazer isso, ela chama a si mesma de lixo.

Link permanente para este artigo: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/declaracao-dos-direitos-humanos-70-anos-e-muito-xingada-mas-pouco-lida/

Secretários de cultura de 18 estados assinam carta contra fim do MinC

Fonte: Exame

Ministério da Cultura deve ir para Ministério da Cidadania, comandado por Osmar Terra

Osmar Terra é anunciado como futuro ministro da Cidadania de Bolsonaro: pasta englobaria MinC (Luis Macedo/Agência Câmara)

Uma carta aberta, assinada por secretários de cultura de 17 estados e do Distrito Federal e dirigentes de instituições culturais, pede a volta do Ministério da Cultura dentro da configuração do governo Bolsonaro a partir de 2019. A carta foi divulgada no dia 3 de dezembro pelo Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura do Brasil.

Na semana passada, a equipe de transição de Bolsonaro anunciou que o MinC, como existe hoje, seria extinto, sendo absorvido pela pasta Ministério da Cidadania e Ação Social, comandada por Osmar Terra e que englobaria Cultura, Esporte e Desenvolvimento Social.

O documento “Fica, MinC!” diz: “Defendemos a permanência e integridade do MinC na estrutura governamental, como um órgão próprio e exclusivo para a gestão e a execução das políticas culturais, em parceria com os estados e municípios e com a sociedade civil”.

A carta lembra a contribuição econômica da pasta, contrapondo seus resultados à suposta economia que a redução desse ministério apresentaria: “O setor cultural gera 2,7% do PIB e mais de um milhão de empregos diretos, englobando as mais de 200 mil empresas e instituições públicas e privadas. São números superiores a muitos outros setores tradicionais da economia nacional”.

Leia o documento na íntegra:

“Os Secretários e dirigentes estaduais de Cultura representam, neste ato, os milhões de cidadãos e cidadãs de todos os Estados e municípios do país que aprenderam a admirar e a se orgulhar de seus artistas e das manifestações culturais que nos fazem únicos no mundo, que nos fazem brasileiros e brasileiras. Representamos também a diversidade política dos diferentes governos estaduais. Para muito além de questões político-ideológicas, o que nos motiva é a compreensão da grandeza da Cultura Nacional.

Diante da gravidade do anúncio da extinção do Ministério da Cultura (MinC), o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura vem a público – como em 2016 – se manifestar em defesa da integridade, permanência e fortalecimento institucional do Ministério.

Este é mais um momento que exige mobilização em torno das políticas culturais desenvolvidas em todas as esferas da federação – União, Estados e Municípios – e de instituições públicas e privadas, que promovem o acesso aos bens e serviços culturais, o fomento às artes, a preservação do patrimônio cultural e a promoção da diversidade cultural brasileira. A cultura é um direito fundamental e constitucional e é essencial a manutenção de estrutura adequada para a existência permanente e perene de órgãos próprios que possam gerir e executar políticas públicas.

Nos últimos anos, mesmo com o esvaziamento político e a drástica redução orçamentária, a permanência do MinC foi uma demarcação institucional do campo das artes e da cultura no país. Mais do que uma conquista setorial dos artistas, produtores, gestores e fazedores de artes e culturas foi uma conquista da sociedade e do povo brasileiro.

No Brasil, o setor cultural gera 2,7% do PIB e mais de um milhão de empregos diretos, englobando as mais de 200 mil empresas e instituições públicas e privadas. São números superiores a muitos outros setores tradicionais da economia nacional. E a tendência é de contínuo crescimento. Lembrando ainda que a Lei Rouanet, hoje tão injusta e equivocadamente atacada, representa apenas 0,3% do total de renúncia fiscal da União e incentiva milhares de projetos em todo o país que geram renda e empregos.

Portanto, defendemos a permanência e integridade do MinC na estrutura governamental, como um órgão próprio e exclusivo para a gestão e a execução das políticas culturais, em parceria com os estados e municípios e com a sociedade civil. Defendemos também a permanência, como órgãos próprios e valorizados, das Secretarias e Fundações estaduais e municipais, que conformam o Sistema Nacional de Cultura.

É fundamental valorizar e reconhecer a inestimável colaboração do Ministério da Cultura e de todas as suas entidades vinculadas para a Cultura e a Economia brasileiras. São elas: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); Instituto Brasileiro de Museus (Ibram); Agência Nacional do Cinema (Ancine); Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB); Fundação Cultural Palmares (FCP); Fundação Nacional de Artes (Funarte) e Fundação Biblioteca Nacional (FBN).

É por todas essas razões que o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura conclama a sociedade brasileira e, principalmente, o novo Governo Federal, a fazer uma profunda reflexão e reverter a decisão de extinção do órgão, mantendo a integridade do Ministério da Cultura”.

Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura – 03 de dezembro de 2018

Fabiano dos Santos Piúba – Presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura Secretário de Estado da Cultura do Ceará

Karla Cristina Oliveira Martins – Presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour do Acre

Melina Torres Freitas – Secretária de Cultura de Alagoas

Denílson Vieira Novo – Secretário de Cultura do Amazonas

Arany Santana – Secretária de Cultura da Bahia

Guilherme Reis – Secretário de Cultura do Distrito Federal

João Gualberto Moreira Vasconcelos – Secretário de Cultura do Espírito Santo

Athayd Nery de Freitas Júnior – Secretário de Cultura do Mato Grosso do Sul

Diego Galdino – Secretário de Cultura do Maranhão

Ângelo Oswaldo de Araújo Santos – Secretário de Cultura de Minas Gerais

Paulo Chaves – Secretário de Cultura do Pará

João Luiz Fiani – Secretário de Cultura do Paraná

Laureci Siqueira – Secretário de Cultura da Paraíba

Antonieta Trindade – Secretária de Cultura de Pernambuco

Marlenildes Lima da Silva (Bid Lima) – Secretária de Cultura do Piauí

Carla Pettri Mercante – Secretária de Cultura do Rio de Janeiro

Amaury Silva Veríssimo Júnior – Presidente da Fundação José Augusto, do Rio Grande do Norte

Rodnei Paes – Superintendente de Cultura de Rondônia

Selma Maria de Souza – Secretária de Cultura de Roraima

Romildo Campello – Secretário da Cultura do Estado de São Paulo

Irineu Fontes – Assessor Executivo da Cultura de Sergipe

Link permanente para este artigo: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/secretarios-de-cultura-de-18-estados-assinam-carta-contra-fim-do-minc/

Carregar mais